Dave Grohl exalta Queen e Freddie Mercury: ‘Deveriam ser estudados’

O líder do Foo Fighters relembrou o truque usado pelo vocalista do Queen para conquistar o público do estádio de Wembley

Redação Publicado em 17/01/2020, às 07h38

None
Dave Grohl (Foto: Greg Allen) e Freddie Mercury (Foto: Gill Allen)

Dave Grohl acredita que todas as bandas deveriam estudar a performance do Queen no Live Aid, em 1985. De acordo com o músico, o show é uma verdadeira aula e ensina como conquistar o público.

O líder do Foo Fighters conversou com o FreddieMercuryClub e revelou que a performance de Freddie Mercury foi essencial para ele aprender se preparar vocalmente, subir no palco e conduzir um show.

+++ LEIA MAIS: Dave Grohl fez cover dos Beatles e do The Who no colégio; ouça

"Toda banda deveria estudar o Queen no Live Aid . Se você realmente sente que essa barreira foi quebrada, você se torna Freddie Mercury", disse o músico. 

Grohl também descreveu Mercury como "o maior performer de todos os tempos" e relembrou o truque usado pelo cantor para resolver uma questão técnica da apresentação sem deixar de interagir com o público.

Devido o grande número de apresentações, os artistas do Live Aid não tinham muito tempo para testar o som dos equipamentos e se aquecer no palco. Por isso, Mercury decidiu testar o retorno do som e o alcance vocal dele durante o show. 

+++ LEIA MAIS: Dave Grohl já comemorou o aniversário dele com Cássia Eller - acredite

O truque do cantor foi pedir para o público repetir as melodias que cantarolava. Foi assim que o vocalista do Queen conseguiu se aquecer ao mesmo tempo que interagia com os espectadores e entrava para história como um dos os maiores performers de todos os tempos.

"Tipo, é engraçado? Você imaginaria que Freddie era mais que um humano, mas… você sabe como ele controlou o estádio de Wembley no Live Aid, em 1985? [...] Ele ficou de pé ali e fez os aquecimentos vocais dele com a plateia. Algo tão íntimo, que eles perceberam: 'Oh yeah, ele é apenas um cara do cara***", disse Grohl


+++ CORUJA BC1: 'FAÇO MÚSICA PARA SER ATEMPORAL E MATAR A MINHA PRÓPRIA MORTE'