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Depois de processar o Slipknot, Chris Fehn quer continuar na banda

Percussionista acusou os colegas de dividirem injustamente o dinheiro da banda

Redação Publicado em 25/03/2019, às 13h23

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Chris Fehn, percussionista do Slipknot (Foto:Amy Harris/Invision/AP)

Chris Fehn, percussionista do Slipknot, afirmou por meio de seus advogados que legalmente ainda é um membro da banda, e pretende continuar assim.

O grupo anunciou a saída de Fehn em seu site na última segunda, 18, alguns dias após o integrante processar todos os colegas e afirmar que a divisão do lucro gerado não estava sendo justa.

“Ele achava que todo mundo estava sendo tratado igual. Meu cliente, na verdade, só está tentando encontrar um jeito de resolver isso com as pessoas que ele trabalhou lado a lado nos últimos 20 anos” explicou Joseph Dune, advogado de Fehn. “Não houve mudança oficial da situação do Fehn na banda. Se dependesse dele, ele continuaria fazendo parte.”

O texto publicado no site afirmava que Chris sabia o motivo da expulsão e lamentava a decisão. “O foco do Slipknot é o sexto álbum, e a nossa turnê mundial que está chegando, a melhor até agora. O Chris sabe porque ele não é mais parte da banda. Nós ficamos desapontados porque ele escolheu apontar o dedo e criar argumentos ao invés de fazer o que era necessário para continuar sendo parte do Slipknot. Nós preferiríamos que ele não tivesse escolhido esse caminho, mas evoluir sempre é algo necessário na vida. Longa vida ao Knot.”

Os fãs também especularam o retorno de Anders Colsefini à banda, o que foi apoiado por Corey Taylor, atual vocalista do Slipknot. Mas Colsefini rejeitou a ideia em um texto publicado em seu Facebook no sábado, 23.

“Eu NÃO vou voltar para o Slipknot! Não é por nenhuma animosidade, é só que não conheço mais esses caras. Eu passei os últimos 27 anos trabalhando de modo concreto para dar apoio à minha família. Depois de muitos anos de bandas e casamentos falidos, entre outras, me contentei com um trabalho que vai deixar eu me aposentar. Por mais que tenha sonhado em voltar para minha criação (e sei que é uma banda diferente agora), o sonho não é tão grande a ponto de eu arriscar ficar sem teto quando a turnê acabar”, escreveu o ex-vocalista. 

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