Dermatologista de Michael Jackson não testemunhará em julgamento

A defesa tinha esperança de usar o testemunho dele para provar que o cantor era viciado em drogas

Matthew Perpetua Publicado em 30/08/2011, às 11h53 - Atualizado às 12h43

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Foto: Divulgação

Um juiz determinou que o dermatologista de Michael Jackson não irá testemunhar no julgamento do Dr. Conrad Murray, o médico acusado de homicídio culposo na morte do ícone pop. A defesa de Murray tinha esperanças de usar o testemunho do Dr. Arnold Klein para argumentar que Jackson era viciado em drogas e que foi, no fim, o responsável por ter tomado o poderoso anestésico que causou sua morte em junho de 2009.

Nos documentos da corte, os advogados de Murray sugeriram que Klein dava a Jackson injeções frequentes do analgésico Demerol sem “nenhum propósito médico válido” e que o cantor "ficou dependente física e psicologicamente” da droga.

Michael Pastor, juiz da Corte Superior de Los Angeles, determinou que esse testemunho não é relevante para o caso e também impediu as testemunhas do caso de deporem sobre o julgamento de Jackson de 2005, quando foi acusado de molestar crianças.