Dois homens são acusados de homicídio do integrante do Run-DMC em caso sem solução há 18 anos

Os dois foram presos e acusados de envolvimento em tráfico de drogas

Redação Publicado em 18/08/2020, às 12h05

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Run DMC nos Grammys nos anos 1980 (Foto: Getty)

Depois de 18 anos, dois homens foram presos como suspeitos de assassinato do DJ Jam Master Jay, do Run DMC. Na segunda, 17, foram feitas 10 acusações contra Ronald Washington - que já estava sob custódia - e Karl Jordan Jr.

Jornan Jr, preso no domingo, 16, se declarou inocente da acusação em um julgamento online. Washington ainda não teve uma audiência. Os dois foram acusados de homícidio em meio ao tráfico de ilícitos, e também por homicídio com arma de fogo. Fora essas, também há acusações envolvendo drogas. A pena é de 20 anos à perpétua, ou até pena de morte.

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"Eles entraram lá e mataram a sangue frio", contastou Seth DuCharme, promotor. O processo cita, como motivo de crime, a compra de cocaína pelo integrante do Run DMC. Ele distribuiria o pó para revenda, inclusive para os supostos assassinos, mas uma briga o tirou do acordo.

Jay Master Jay, ou Jason Mizell, morreu em 30 de outubro de 2002, aos 37, com um tiro na cabeça dentro do estúdio dele em NY. Era pai de três, e membro-fundador do Run DMC, um dos mais proeminentes grupos de rap dos anos 1980 e 1990.

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Na época do assassinato de Master Jay, diversos outros rappers encontraram sina similar, como Tupac e Notorious BIG. Durante um tempo, foi estudada a possibilidade da morte de Jay em virtude da briga dele com 50 Cent, mas essa teoria foi descontinuada.

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