Elton John: conheça a história de um dos músicos mais populares do século XX

No livro “Eu, Elton John”, o músico narra todos os altos e baixos de sua vida pessoal e carreira

Redação Publicado em 27/07/2020, às 18h20

No livro “Eu, Elton John”, o músico narra todos os altos e baixos de sua vida pessoal e carreira
Reprodução/Amazon

Dono de grandes sucessos como Your Song, Candle In The Wind, Tiny Dancer, Rocket Man e Can You Feel The Love Tonight, Elton John é considerado um dos músicos mais populares do século XX. Desde seus figurinos extravagantes até doações milionárias, o artista adora surpreender e seus feitos importantes ultrapassam os palcos. Além de apoiar diversas organizações de caridade e de arte, seu nome é de enorme relevância na história da luta pelos direitos da comunidade LGBTQ+. 

Nascido em 25 de março de 1947, na Inglaterra, Reginald Dwight - seu nome de registro - cresceu na área de Pinner, em Londres. Desde cedo era apaixonado por música, e aprendeu a tocar piano sozinho aos 3 anos. Aos 11, ganhou uma bolsa de estudos na Royal Academy of Music, a principal escola de música da Inglaterra.

Elton teve uma infância difícil, com diversos conflitos familiares. Sua mãe, Sheila Eileen, era bem rigorosa com o garoto, mas também era mais carinhosa e dedicada que o pai, Stanley Dwight, que sempre o agredia verbalmente. Durante a década de 1950, começou a se interessar pelos álbuns musicais que a família colecionava, e se apaixonou pelo estilo de Elvis Presley e Bill & His Comets. Mesmo depois de perceber que o garoto tinha talento, seu pai tentou convencê-lo a seguir uma carreira convencional, o que não o agradou nem um pouco.

Aos 17 anos, dois anos depois do divórcio dos pais, abandonou a escola para ir em busca de seu maior sonho: seguir carreira na música pop. Nessa época, começou a tocar em uma banda chamada Bluesology, e foi aí que seu nome artístico surgiu. Ele juntou os nomes de dois integrantes do grupo e criou o “Elton John”.  Em 1967, começou a trabalhar como compositor para uma gravadora. Lá, conheceu  o letrista Bernie Taupin. Elton e Bernie se tornaram amigos e juntos, escreveram músicas para outros cantores. Em 1969, Elton John se lançou como cantor oficialmente, com o álbum Empty Sky, que trazia músicas dele e de Taupin.

O álbum não fez muito sucesso, mas logo no ano seguinte, Elton conseguiu se consagrar como músico de sucesso. Considerado pela crítica como um dos maiores cantores de rock da década, hits como Your Song e Goodbye Yellow Brick Road conquistaram o público e o topo das paradas. O sucesso e a fama também trouxeram alguns problemas para Elton John, como o envolvimento com drogas. Em 1974, usou cocaína pela primeira vez, e acabou desenvolvendo um vício que afetou sua vida pessoal, amorosa e sua carreira.

Elton se tornou um verdadeiro ícone na década de 70, e sempre se apresentava com roupas e óculos chamativos e fabulosos. Em 1976, declarou sua bissexualidade em entrevista à revista Rolling Stone, e em 1984, casou-se com a engenheira de som Renate Blauel (com quem viveu por quatro anos). Nessa mesma época, Elton resolveu dar um tempo dá música e fez um retorno triunfal em 1979, com o disco A Single Man.

Em 1990, após anos lutando contra o abuso de drogas, passou por tratamento de reabilitação e começou a se dedicar a caridade. Em 1992, criou a Fundação Elton John para a AIDS e declarou seu apoio a outras organizações, como o Globe Theatre e a Royal Academy of Music. Em 2005, uniu-se em contrato civil com seu parceiro de longa data, David Furnish, e em 2014, oficializaram a união convertida para casamento. O casal tem dois filhos, Zachary e Elijah, ambos nascidos através de gestação em “barriga de aluguel”, Zachary em 2010 e Elijah em 2013. 

Elton John se tornou um dos músicos mais famosos do mundo e sua lista de prêmios e conquistas é longa. Sua história de vida é tão extraordinária, que ele mesmo escreveu uma autobiografia para contar com suas próprias palavras - e senso de humor único -, todos os altos e baixos que já passou. No livro "Eu, Elton John", publicado em 14 de novembro de 2019, o músico narra todos os momentos de sua vida, incluindo a rejeição que sofreu no início da carreira, as tentativas de suicídio, suas amizades com John Lennon, Freddie Mercury e George Michael, as férias inesquecíveis com o estilista italiano Versace, a tristeza em cantar no funeral de sua amiga, a princesa Diana, e conta até mesmo como foi dançar com a Rainha da Inglaterra. 

Divertida e emocionante, a obra é repleta de detalhes e leitura obrigatória para todos os fãs do cantor. Confira abaixo um trecho inédito da autobiografia, que está disponível no site da Amazon em e-book e livro físico:   

“Foi minha mãe que me apresentou a Elvis Presley. Toda sexta-feira, após o trabalho, ela recebia o pagamento e, no caminho de casa, parava na Siever’s, uma loja de material elétrico que também vendia discos, para comprar um novo 78 rpm. Era meu momento favorito da semana, esperar em casa para ver o que ela traria. Como adorava sair para dançar, ela gostava da música das big bands - Billy May and His Orchestra, Ted Heath - e amava vocalistas americanos: Johnnie Ray, Frankie Laine, Nat King Cole, Guy Mitchell cantando “She Wears Red Feathers and a Huly - Huly Skirt”. Mas certa sexta-feira ela veio para casa trazendo algo diferente. Disse nunca ter ouvido algo assim antes, mas, de tão fantástico, teve de comprar. No que ela disse as palavras Elvis Presley, eu as reconheci.”

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