Especial John Lennon: O guia definitivo para a vida e a música da lenda chega às bancas nesta quinta, 2

Livro traz as imperdíveis entrevistas que John Lennon concedeu à Rolling Stone ao longo de 13 anos, a história de “Imagine” e os últimos dias do músico, nas palavras de Yoko Ono

Redação Publicado em 02/05/2013, às 15h23 - Atualizado às 15h24

Capa John Lennon: O Guia Definitivo Para a Vida e a Música da Lenda
Reprodução

“O sonho acabou”, disse John Lennon para o publisher e criador da Rolling Stone Jann S. Wenner, em entrevista concedida em 1970. O sonho da beatlemania tinha acabado para Lennon, uma das figuras mais icônicas do século 20. Não só isso, a utopia dos anos 60 não existia mais. A nova década seria mais sangrenta e dolorosa do que a anterior. Personalidade combatente, contraditório e, acima de tudo isso, um homem apaixonado pela esposa, Yoko Ono, John Lennon viu sua imagem como figura pública crescer ao lado desta revista, cuja primeira edição estampava na capa uma entrevista com o então beatle.

John Lennon e Rolling Stone sempre tiveram uma relação próxima. Por isso, o lançamento de John Lennon: O guia definitivo para a vida e a música da lenda, que chega às bancas nesta quinta-feira, 2, é quase como uma reunião de sessões de terapia, desabafos e revelações desta mente em constante ebulição.

Se a primeira capa da RS foi com Lennon, a última entrevista dele foi publicada nestas páginas, em um papo três dias antes de o astro ser morto, em dezembro de 1980. Foram nove horas de papo entre ele e Jonathan Cott. Ambas, primeira e última entrevistas, estão neste exemplar de colecionador.

A edição, amplamente ilustrada, traz 92 páginas de nuances e personalidades de um mesmo homem. Elas trazem a história por trás de “Imagine”, uma das maiores canções do século; os últimos dias do músico, relembrados pela esposa Yoko; e homenagens de outros músicos que conviveram com Lennon, como Keith Richards, Brian Wilson e Stevie Wonder.

O especial tem preço sugerido de R$ 24,90. Ao fim dele, é possível perceber que, na verdade, John Lennon estava errado. O sonho, afinal, não acabou: mudou, sim, mas permanece eterno nas palavras e ideias do artista.