Exclusivo: O Terno explora estúdio no primeiro single do novo álbum; ouça “Culpa”

Primeira amostra do terceiro disco da banda, faixa ganha vida nesta terça, 2, acompanhada por um videoclipe

Lucas Brêda Publicado em 02/08/2016, às 11h03 - Atualizado em 07/08/2016, às 12h05

Guilherme “Peixe” D’Almeida, Gabriel Basile e Tim Bernardes, os integrantes do Terno, em foto de 2016

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Há cerca de dois anos, O Terno lançou o segundo álbum (autointitulado) da carreira, trabalho que marcou a ascensão do trio. Nesta terça, 2, eles revelam a primeira amostra do sucessor de O Terno (2014), o single “Culpa”, que ganha vida – com exclusividade no site da Rolling Stone Brasil – acompanhado por um videoclipe.

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Faixa de abertura do terceiro álbum do O Terno, “Culpa” é uma balada mínima e repleta de detalhes. “É isso de construir uma música cheia de elementinhos formando um todo”, diz o vocalista, Tim Bernardes, em entrevista à Rolling Stone Brasil, citando o clássico Pet Sounds (1966), dos Beach Boys, como influência. “Algo menos de power trio, mas que também não é big band nem orquestra.”

O clipe de “Culpa” retrata justamente a exploração de pequenos elementos de forma periférica na construção da música. O trio – também formado por Guilherme “Peixe” D’Almeida e Gabriel Basile – aparece “dublando” e gravando overdubs na própria canção. Eles também são mostrados vestindo branco, em um fundo branco, interpretando o single.

Conheça “Culpa” abaixo.

O terceiro disco do Terno tem lançamento agendado para este mês, pela Natura Musical. Gravado no estúdio Canoa – com apoio do parceiro de longa data da banda, Guilherme Jesus Toledo –, o álbum expande a sonoridade “básica” do trio com sopros (tocado por integrantes dos grupos Bixiga 70 e Charlie & Os Marretas), cordas (Felipe Pacheco, do Baleia) e harpa (Marina Mello), entre outros instrumentos.

“Acho que tem músicas mais pop e outras mais malucas do que qualquer coisa que já fizemos”, define Bernardes. Basile – baterista que debuta em estúdio com o Terno neste álbum – esclarece, em tom de brincadeira: “É como se tivéssemos alastrado as margens, então, na média, ficamos na mesma.”