Falcão e o Soldado Invernal tem participação especial no episódio 5; conheça

O seriado abriu muitas portas para o futuro do MCU com a chegada de uma nova personagem

Redação Publicado em 16/04/2021, às 13h45

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Falcão e o Soldado Invernal (Foto: Reprodução via IMDb)

[Esta publicação contém spoiler do episódio 5 de Falcão e o Soldado Invernal]

Falcão e o Soldado Invernal apresentou uma nova personagem ao MCU, Valentina Allegra de Fontaine. A nova série do Disney+ apresentou personagens inéditos anteriormente, como o Tigre Sorridente, mas, desta vez, o estúdio possui grandes planos para a nova figura, de acordo com a Vanity Fair. (Via Omelete)

Interpretada por Julia Louis-Dreyfus (Seinfeld), Valentina Allegra de Fontaine originalmente seria introduzida ao universo da Marvel em Viúva Negra, mas, com as mudanças de planos diante da pandemia, a atriz fez a estreia dela no quinto episódio de Falcão e o Soldado Invernal.

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Nas HQs, a personagem de origem italiana foi apresentada em 1967 e fez aparições com diversos nomes. Ela atua como uma agente da SHIELD e, mais tarde, fica conhecida como Madame Hydra.

Além disso, ela faz parte de um grupo chamado Femme Force, o qual é liderado por Sharon Carter, que também retornou ao MCU.

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Personagem importante para o popular arco Invasão Secreta, Valentina flertou com Steve Rogers e teve um relacionamento com Nick Fury. Aliás, ela lembra o recrutador dos Vingadores no mais recente seriado da Marvel.

Após John Walker (Wyatt Russell) ser julgado pelos acontecimentos do episódio quatro, Valentina aparece, consola o personagem e entrega um cartão para fazer contato com ele no futuro.

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No MCU, existe a possibilidade de Valentina formar um grupo de vilões chamado Thunderbolts, o qual é formado pelo Barão Zemo nos quadrinhos, segundo o Entertainment Weekly, ou ser o misterioso Mercador do Poder.


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No começo de cada ano, um objetivo: ler mais livros. Responsabilidades e prioridades interferem no dia a dia e as histórias ficam para trás. No entanto, é possível consumir bons contos sem recorrer a Ulysses (1922), de James Joyce ou Guerra e Paz (1867), de Tolstói. Bons livros podem vir em pequenas doses, e serem aproveitados naquele fim de semana separado especialmente para isso.

Selecionamos uma lista de seis livros curtos, mas ótimos, do clássico ao contemporâneo para ler em um dia:

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O Velho e o Mar - Ernest Hemingway (1952)

Depois de 84 dias sem pescar nada, o velho Santiago consegue fisgar um marlim gigante, o maior peixe que já viu. Passa três dias lutando contra o animal ao tentar trazê-lo para a praia, quer provar como ainda é um bom pescador, apesar da velha idade. 

Durante o embate entre ele e o peixe, um monólogo interior de Santiago começa. Junto dele, vêm as dores, machucados, dúvidas e dificuldades para domar o peixe. Quando finalmente consegue, outro obstáculo aparece no caminho.

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O Velho e o Mar é um retrato do tempo do autor em Cuba e se tornou um clássico da literatura contemporânea. Após a publicação, Hemingway recebeu o prêmio Nobel de Literatura.


As Cidades Invisíveis - Ítalo Calvino (1972)

Inspirado por Shakespeare e Hemingway, Calvino traz uma mistura entre realidade e ficção. Esse livro de menos de 200 páginas é uma conversa entre duas figuras históricas: Marco Polo, viajante veneziano, e Kublai Khan, governante do Império Mongol do Século XI.

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Nessa rede de textos curtos, Marco Polo descreve diversas cidades do império do conquistador pelas quais teria passado. Calvino explora o conceito de cidade e aspectos como memória, símbolos, nomes e desejos. 

Não é uma narrativa histórica, é bastante ficcional, com anacronismos e reflexões filosóficas. É uma boa pedida para fãs da escrita de Calvino, a leitura parece a descrição de um sonho.

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A Filha Perdida - Elena Ferrante (2006)

Autora da Tetralogia Napolitana, Elena Ferrante conquistou leitores ao redor do mundo com o retrato cru e comovente da Itália. Nesta história, Leda começa aliviada por poder passar as férias sozinha, longe das filhas e das responsabilidades da maternidade. 

Viaja ao litoral italiano e conhece Nina, mãe de Elena, quem, por sua vez, é mãe de uma boneca. Torna-se obcecada por elas. Angústias e segredos do passado começam a despertar.

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A Filha Perdida fala de maternidade, amizade, disputa feminina e conflitos entre gerações, temas comuns na obra da autora. Para quem tem curiosidade de conhecer a escrita envolvente e cativante de Ferrante, mas não quer encarar a série de quatro livros, é a escolha perfeita.


A Morte de Ivan Ilitch - Liev Tolstoi (1886)

O livro começa no funeral de Ivan Ilitch. Não é spoiler, o título revela. Depois, ao longo da novela, voltamos para acompanhar sua vida e carreira de maneira cronológica. Juiz de vida abastada, descobre uma doença terminal na Rússia do Século XIX. A partir de então, passa a refletir sobre a existência. 

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Em menos de 100 páginas, o escritor criou uma história de partir o coração. É uma das obras mais famosas de Tolstói e uma boa alternativa para quem quer começar os autores russos por livros mais curtos e acessíveis.


O bem-amado - Dias Gomes (1962)

Para quem gosta de teatro, essa peça é para dar altas risadas. O Coronel Odorico Paraguaçu é prefeito de uma cidade pequenininha chamada Sucupira e a personificação caricata da política brasileira. 

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O objetivo de Odorico para ajudar na campanha política é inaugurar um cemitério. No entanto, um problema: precisa providenciar um morto em um vilarejo onde ninguém morre. Ora cômico, ora patético, O bem-amado é, acima de tudo, atual.


A Vegetariana - Han Kang (2007)

Dona de casa e mulher completamente banal, Yeonghye decide parar de comer carne abruptamente depois de um sonho. Então, começa a se distanciar da família — cujos poros, segundo ela, cheiravam a carne —, da sociedade e da própria humanidade. Tudo isso acontece em Seul, coração da cultura coreana e sua culinária muito baseada em produtos animais.

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A narrativa de Han Kang é dividida em três partes, cada uma com um narrador diferente, mas nunca a protagonista, mostra apenas como os outros a enxergam. É um livro inusitado, chocante e provocará pensamentos até muito tempo depois do término.