Felipe Titto, o mordomo Wagner de Amor à Vida, fala sobre suas duas paixões: hardcore e skate

O ator esteve na festa de aniversário de 7 anos da Rolling Stone Brasil e citou suas bandas e skatistas preferidos, além de ter eleito a preguiça como seu pecado capital favorito

Redação Publicado em 25/09/2013, às 18h26 - Atualizado às 18h33

Felipe Titto
Carolina Vianna

Fã de Marky Ramone (“Ramones é a banda para mim”), o ator Felipe Titto, intérprete do mordomo Wagner na novela Amor à Vida, não pode faltar à festa de aniversário de 7 anos da Rolling Stone Brasil, ocasião em que Marky fez um show exclusivo para os convidados com participação de Michale Graves, ex-integrante Misfits (saiba como foi o show).

As 100 capas publicadas pela Rolling Stone Brasil.

Com as tatuagens à mostra, ficou inegável a paixão dele pelos estilos de som sobre os quais conversou animadamente com a reportagem do site. “Eu fui criado com várias influências musicais. Meu pai era muito fã de Rolling Stones. Me apresentou Beatles também. Cresci ouvindo Nirvana... e Ramones é a minha banda. Quando soube que o show aqui seria do Marky Ramone, não tinha como perder. Aliás, Misfits também. Essa cena de horror punk eu escutei por um tempo”, relembra.

Veja fotos do show de Marky Ramone na festa da Rolling Stone Brasil.

“Mas gosto bastante do samba, também. E de hardcore, por causa do skate”, explica, se referindo a mais uma de suas paixões. “Ando de skate desde sempre. Dentro dessa vertente do rock, acho que o hardcore sempre foi uma influência grande, eu não tenho como negar, é minha música. De hardcore, escuto MxPx, Bad Religion, NOFX, tudo que possa imaginar. Das nacionais, gostava muito de Gritando HC, Ratos de Porão, Blind Pig, Joelho de Porco, Mukeka de Rato, todas essas. Cresci escutando tudo de punk rock e hardcore”, relembra.

Entrevista: "Em alguns momentos, comi comida de cachorro", lembra Marky Ramone sobre os tempos difíceis com os Ramones.

Quando o assunto é skate, Felipe admite que está um pouco afastado das novidades, mas mostra que aprendeu com grandes nomes do esporte. “Não tenho acompanhado muito desse pessoal novo, mas tenho minhas referências de moleque. Álvaro Porque?, [Fábio] Bolota, essa galera mais roots. Dos mais novos, Cris Mateus, Mineirinho e Bob [Burnquist], que não tem como não citar”.

Rolling Stone Brasil comemora aniversário de 7 anos com corrida de rua e show exclusivo do RPM.

Aproveitando a temática da festa, os sete pecados capitais adaptados par ao rock (entenda aqui), Felipe também refletiu a respeito de qual pecado ele não vive sem. “Gula não é... vivo de dieta, passo vazado sempre desse pecado”, ri. “Acho que a preguiça. Apesar de eu ser hiperativo, eu tenho meus momentos de preguiça em que não quer sair da cama nem para comer ou ir ao banheiro! E não passa!”