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Filha de Brian Jones, fundador dos Rolling Stones, acredita na teoria de que o pai foi assassinado

"Eu acho que ele foi assassinado e que a polícia não fez uma investigação da maneira como deveria ter feito", afirma

Redação Publicado em 04/07/2019, às 10h38

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Brian Jones e Mick Jagger (Foto: AP)

Há 50 anos, Brian Jones, fundador da icônica banda de rock, Rolling Stones, foi encontrado morto na beira de sua piscina no edíficio Cotchford Farm, no Sul da Inglaterra. 

Sua filha, Barbara Marion, alega que a morte do seu pai não foi devidamente investigada e acredita que ele pode ter sido assassinado. Nesta última quarta, 3, ela concedeu uma entrevista para a Sky News e descreveu a morte de seu pai como um mistério. 

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"Eu acho que ele foi assassinado e que a polícia não fez uma investigação da maneira como deveria ter feito", afirma. 

O multi-instrumentista tinha apenas 27 anos e viveu uma batalha contra o vício em álcool e drogas. O médico-legista registrou sua morte como resultado de uma fatalidade.

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"Eu adoraria poder reabrir o caso e ir atrás de algumas respostas", disse.  

Além disso, Marion também acredita que seu pai não é creditado o suficiente mesmo ter sido fundamental para formar a banda Rolling Stones.

"Ele formou os Rolling Stones", conta. "Ele escolheu todos os integrantes, fez com que o shows acontecessem. Se não fosse o meu pai, Mick Jagger seria um contador em algum lugar."

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Jones formou os Stones em 1962, mas foi convidado a deixar a banda devido seu alto problema com as drogas em 1969. O músico morreu menos de um mês depois de deixar o grupo. 

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As teorias sobre a sua morte continuaram a circular desde então. Alguns relatos em 1993, alegam que um trabalhador da construção civil, Frank Thorogood, foi a última pessoa a ver Jones vivo e teria havia assassinado o guitarrista em uma briga.

Posteriormente, a Polícia decidiu rever o caso em 2009, quando seu corpo foi encontrado. A polícia disse em março deste ano: "A morte de Brian Jones foi investigada em 1969 e foi alvo de duas revisões pela Polícia de Sussex em 1984 e 1994. De tempos em tempos, nos últimos 49 anos, a Polícia de Sussex recebeu mensagens ou relatos de jornalistas e outras pessoas sobre a morte. Isso é revisado sempre que relevante."

No entanto, "nenhum relatório com uma nova evidência foi recebido desde 2010 para sugerir que o veredito original do legista de 'morte por desventura' estava incorreto. Por isso, o caso não foi reaberto e não há planos para isso acontecer", afirmam as autoridades. 

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