Frank Sinatra acreditava que Marilyn Monroe foi assassinada, diz ex-empresário do cantor

Nova biografia sobre Frank Sinatra afirma que o cantor acreditava que Marilyn Monroe foi assassinada e nunca superou morte da atriz

Itaici Brunetti Publicado em 03/06/2021, às 14h00

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Marilyn Monroe em Novembro de 1953 (Foto: Bert Parry / Wikimedia Commons)

Segundo relata Tony Oppedisano, escritor e ex-empresário de Frank Sinatra, o cantor conhecido como "A Voz" não acreditava que Marilyn Monroe morreu de overdose acidental, e sim de assassinato. 

A afirmação foi publicada pela revista People nesta semana, baseada na biografia Sinatra and Me: In The Wee Small Hours, de Tony Oppedisano, a ser lançada em 8 de junho de 2021. 

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"Frank Sinatra acreditava que Marilyn Monroe foi assassinada e nunca superou isso", escreveu Tony Oppedisano no livro. "Ele sentia que ela estava muito perturbada, muito frágil para ele dormir e depois ir embora," completou. 

A atriz e o cantor eram bastante amigos, mas não amantes, afirma o ex-empresário e escritor. A estrela também confidenciava seus segredos a ele, que incluíam os casos secretos com John F. Kennedy e Robert F. Kennedy

Marilyn Monroe morreu inesperadamente aos 36 anos, em 5 de agosto de 1962. A causa da morte foi overdose, no entanto, muitas teorias foram levantadas de que a estrela teria sido assassinada.

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"Ela foi assassinada com um supositório Nembutal, e Robert Kennedy ou a Máfia estavam envolvidos.", dizia Frank Sinatra sobre a morte misteriosa de Marilyn Monroe. A biografia relata que o cantor "blue eyes" tinha várias fontes que afirmavam a mesma história. 

As informações são do UOL


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