Freddie Mercury escondeu AIDS de melhor amigo: ‘Ele sabia que a vida se tornaria um circo’

O icônico vocalista do Queen morreu em 1991, aos 45 anos de idade

Redação Publicado em 22/04/2020, às 09h09

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Peter Straker e Freddie Mercury (Foto: Instagram / Reprodução)

Freddie Mercury é - e sempre será - um dos cantores mais famosos do mundo. Junto à sua banda de sucesso, Queen, ele se manteve no topo das paradas e conquistou admiradores por onde passou.

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Após batalhar contra a AIDS durante anos e anos em segredo, Mercury morreu em 1991, aos 45 anos, após um ataque de pneumonia brônquica.

Quando o icônico vocalista apareceu com o Queen pela última vez, no mesmo ano em que morreu, ele finalmente conversou com os colegas de banda sobre o diagnóstico. No entanto, há uma pessoa para quem ele se recusou a contar: seu melhor amigo, PeterStraker.

O astro do WestEnd e o líder do Queen foram próximos por mais de 15 anos, até que Straker quase descobriu a doença “secreta” de Mercury, que o afastou de sua vida.

Em entrevista ao SundayTimes, Straker disse: “Tudo o que recebi de Freddie foi que ele tinha essa coisa de sangue, e pensei que poderia ter sido leucemia ou algo assim. Ele começou a ter essas manchas e eu perguntei sobre elas, e ele disse que tinha algum problema de sangue. Eu sabia sobre aids, mas isso nunca passou pela minha cabeça.”

À medida em que os rumores aumentavam sobre o sofrimento de Mercury, Straker o confrontou: “Almoçamos e ele estava bastante manchado e com maquiagem. Subimos as escadas e estávamos sentados assistindo televisão em sua cama e eu disse a ele, ‘você tem AIDS’. E ele disse: ‘não, eu não tenho AIDS’. E eu disse: ‘se há algo errado com você, eu estou sempre aqui para você’.”

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Mercury temia que ele estivesse perto de descobrir a verdade, por isso manteve distância. Ele estava determinado a manter isso em segredo pelo máximo de tempo possível, para que pudesse seguir em frente com normalidade, como afirmou o guitarrista do Queen, Brian May.

“Ele sabia que, se anunciasse, sua vida se tornaria um circo e ele seria impedido de seguir em frente com seu negócio, que era fazer música. Ele queria que tudo acontecesse como sempre foi, até o fim.”

 


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