Grammy 2021: 4 curiosidades de Chilombo, disco de Jhené Aiko indicado a Álbum do Ano

Descubra algumas curiosidades do terceiro disco da cantora de R&B, indicado a três categorias

Vitória Campos | @camposvitoria (sob supervisão de Isabela Guiduci) Publicado em 13/03/2021, às 18h00

None
Jhené Aiko (Foto: Divulgação)

Chilombo(2020) é o terceiro álbum de Jhené Aiko, um dos maiores nomes do R&B atualmente. Indicado em três categorias no Grammy, Álbum do Ano, Melhor Álbum de R&B Progressivo e Melhor Perfomance de R&B, a última em parceria com John Legend "Lightning & Thunder", o disco mostra a maturidade musical atingida pela artista. 

Com 20 faixas, Chilombo retrata o fim de um relacionamento, passando por todas as fases, como o coração partido representado na introdução “Lotus” até a libertação e empoderamento em “B.S.”. 

+++ LEIA MAIS: Grammy 2021: Conheça Jhené Aiko, indicada a Álbum do Ano com Chilombo

O disco estreou em segundo lugar no Top 200 Álbuns da Rolling Stone EUA e coleciona parcerias preciosas como H.E.R.,Big Sean, Nas, Ty Dolla $ign e John Legend

Para entender melhor Chilombo, A Rolling Stone Brasil separou algumas curiosidades do álbum. Confira:

+++ LEIA MAIS: Grammy 2021: como assistir, horário e mais


Por que Chilombo?

Havia muitas dúvidas sobre a escolha do nome do disco, mas, em entrevista à Billboard, Jhené Aiko revelou o porquê da decisão. Chilombo é o último nome dela, Jhené Aiko Efuru Chilombo. O sobrenome é do pai, e foi dado por ele mesmo em seus 20 anos. 

A cantora revelou não se sentir conectada com o nome quando era mais jovem, mas, após saber o significado da palavra em uma língua africana, sentiu que deveria usá-lo. Assumir Chilombo representava uma era de mais confiança sobre quem ela é. 

+++ LEIA MAIS: Grammy 2021: Conheça os indicados da categoria Melhor Álbum de Música Alternativa

Aiko explicou a palavra, na qual “Chi” significa a força da vida, “L” representa o amor, “Om” é o som do universo, “B” é o representante dos começos e “O” a totalidade e a perfeição.


Havaí como inspiração 

O disco inteiro foi produzido e gravado no Havaí, onde a bisavó de Aiko nasceu. Além de ser um lugar de raízes, a artista define a ilha como um local de cura. Usou a vista do oceano e o lugar em geral como inspiração, e considerou a experiência como uma das mais incríveis vividas por ela.

+++ LEIA MAIS: Grammy 2021: O que podemos esperar da apresentação de Harry Styles?


+++ SIGA NOSSO SPOTIFY - conheça as melhores seleções musicais e novidades mais quentes


Som de Cura

Aiko procura sempre pela espiritualidade nas músicas e, para isso, usou tigelas de cristal na gravação do novo disco. Os objetos servem como um mecanismo de cura por meio do som, técnica conhecida na meditação.

Nas canções, a artista utilizou-os para produzir um zumbido vibracional. Segundo ela, as frequências emitidas por tais instrumentos podem mexer com diferentes chacras do nosso corpo. 

+++ LEIA MAIS: Grammy 2021: Qual a melhor canção que concorre a Gravação do Ano, segundo a crítica?

Em entrevista à Billboard, comentou que “P*$$Y FAIRY” está no tom ré, então, usou as tigelas no tom ré. Contudo, a nota está ligada ao chacra sacal, governante dos órgãos sexuais. "Portanto, embora a música seja divertida e sexy, há um instrumento de cura real para ajudar a equilibrar você nessas áreas," alertou Aiko


Versão Deluxe

Com a boa recepção do público, o disco ganhou uma nova versão, a Chilombo Deluxe. A nova parte conta com nove faixas inéditas e remixes, incluindo o single “Summer 2020” e convidados como Kehlani, Snoop Dogg, Chris Brown, Mila J e Wiz Khalifa.

+++ LEIA MAIS: Grammy: Quais artistas têm mais indicações na história da premiação?

+++ HAIKAISS: 'O TRAP TAMBÉM PASSA UMA MENSAGEM CONSCIENTE' | ENTREVISTA | ROLLING STONE BRASIL