Helicóptero de Kobe Bryant ficou a 6 metros de evitar colisão

No último domingo, 26, o ex-jogador da NBA, a filha e mais 7 pessoas morreram em acidente

Redação Publicado em 30/01/2020, às 18h16 - Atualizado às 18h53

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Kobe Bryant (Foto: AP Photo/Chris Carlson)

Na última terça, 28, Jennifer Homendy, integrante do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), deu mais informações sobre o acidente fatal que matou o ex-jogador de basquete Kobe Bryant, a filha dele e mais 7 pessoas. Segundo Homedy, o helicóptero ficou de  6 a 10 metros de escapar da colisão em uma encosta.

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De acordo com as investigações, o piloto tentou fazer manobra para desviar de camada de nuvens mas o helicóptero se inclinou bruscamente em direção ao solo, bateu em encosta e explodiu em chamas. Tudo aconteceu muito rapidamente, em cerca de 60 segundos. 

Jennifer Homedy também deu detalhes sobre o helicóptero que levava Kobe. A aeronave não possuía sistema de alerta de terreno - responsável por avisar proximidade de encosta -, além de não ter caixa-preta com gravador de dados do voo. 

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A falta da caixa-preta é um dos principais dificultadores da investigação do NTSB, que pode levar cerca de um ano. Na última segunda, 27, foram divulgados áudios da comunicação entre o helicóptero e as torres de controle em Los Angeles. O último contato foi realizado quando a aeronave já estava a 450 metros de altitude, em Calabasas. 

No momento do acidente, as condições climáticas de Calabasas, na Califórnia, não eram adequadas para voos. Havia muita neblina, um dos possíveis motivos para o piloto estar voando tão baixo. 

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