Hóspedes do barulho

Pesquisa revela que Axl Rose, Amy Winehouse e Britney estão entre os menos queridos por hoteleiros

Da redação Publicado em 28/08/2008, às 18h30 - Atualizado em 31/08/2008, às 11h27

Amy Winehouse é a personalidade menos querida pelo setor hoteleiro mundial
Reprodução

O site especializado em turismo Concierge divulgou nesta quinta-feira, 28, uma lista das celebridades que mais causam (ou causaram) dores de cabeça em empregados do setor hoteleiro por todo o mundo. A cantora Amy Winehouse lidera o ranking, mas a lista também inclui o pintor surrealista Salvador Dalí, a cantora Britney Spears, a modelo Naomi Campbell e o falecido baterista do The Who, Keith Moon, que tinha o gracioso costume de jogar móveis pelas janelas.

O Concierge coloca Wino em primeiro lugar por, entre outras peripécias, ter pintado uma banheira com tintura preta de cabelo. Seu marido, Blake Fielder-Civil, que atualmente está preso, é protagonista de outro episódio com a cantora. Ambos destruíram e ensaguentaram todo um quarto de hotel após uma briga, que o casal jura nunca ter acontecido.

O surrealista Dalí nem era tão bagunceiro em hotéis. Suas duas jaguatiricas de estimação, por outro lado, adoravam arranhar tudo o que viam. Britney, por sua vez, não é bem-vinda em hotéis de Los Angeles, onde se registra permanentemente sem necessidade, apenas para causar confusão.

A lista segue com Axl Rose, que em 2006 quebrou um espelho, brigou com uma mulher e ainda mordeu a perna de um segurança em um hotel em Estocolmo às 8h da manhã; Mariah Carey, que manda camareiros trocarem o assento dos vasos sanitários; e Russell Crowe, que, não conseguindo falar com a esposa ao telefone, desceu ao lobby e jogou o aparelho na cara do recepcionista.

Além dos já citados Keith Moon e Naomi Campbell, completam a lista o político norte-americano George Shultz, os bilionário Mikhail Prokhorov e Brandon Davis, Nicole Kidman, Michael Jackson, Johnny Depp e todos os integrantes de um time de hóquei que foi disputar as Olimpíadas de Inverno em Nagano, no Japão, em 1998.