Whiplash – Em Busca da Perfeição ganha pôster e data de estreia no Brasil

Filme retrata a relação entre o professor Terence Fletcher e o jovem e talentoso baterista Andrew Neiman

Redação Publicado em 24/09/2014, às 12h46 - Atualizado às 13h10

Pôster nacional de Whiplash – Em Busca da Perfeição, filme que retrata a relação entre o professor Terence Fletcher e o jovem e talentoso baterista Andrew Neiman

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O site da revista Rolling Stone Brasil lança com exclusividade o cartaz nacional do filme Whiplash – Em Busca da Perfeição. O longa, que retrata a relação entre o professor Terence Fletcher e o jovem e talentoso baterista Andrew Neiman, tem duas sessões confirmadas no Festival do Rio, que começa nesta quinta-feira, 25. A data de estreia do filme em circuito nacional está prevista para 22 de janeiro de 2015.

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Escrito e dirigido por Damien Chazelle (Toque de Mestre), Whiplash traz um enredo que gira em torno do baterista prodígio de jazz, interpretado por Miles Teller (The Spectacular Now), que sua para conseguir o sucesso que o pai – um escritor frustrado – não teve na carreira artística.

“Se sabotar, deliberadamente, minha banda, eu te estripo feito um porco”, diz o professor Terence Fletcher, tão obcecado pela perfeição quanto o talentoso baterista Andrew Neiman, no trailer legendado do filme Whiplash – Em Busca da Perfeição. Apresentando a relação conflituosa e promissora entre mestre e discípulo, o longa foi vencedor de dois prêmios no Festival de Sundance deste ano.

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O professor inescrupuloso Terence Fletcher – comandante da melhor banda de jazz conservatório – é vivido por J.K. Simmons (Homem-Aranha) que, apesar de confrontar o menino, parece compartilhar com ele um forte sentimento em relação à música: a obsessão pelo êxito técnico.

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Segundo o diretor Damien Chazelle (Toque de Mestre), a ideia é dar ao longa uma conotação de guerrilha. "Minha intenção foi fazer um filme sobre a música que se assemelhasse a um filme de guerra ou a um filme de gângsteres – onde as armas são substituídas por instrumentos, em que as palavras fossem tão violentas como armas e a ação se desenrolasse não em um campo de batalha, mas em uma sala de ensaios de uma escola, ou em um palco de uma sala de concertos.”