Líder do Killing Joke, Jaz Coleman diz que podia ter salvado Heath Ledger com técnicas do ocultismo

O músico fez a declaração no último episódio do podcast Life In The Stocks, apresentado por Matt Stocks

Redação Publicado em 16/10/2019, às 10h42

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Jaz Coleman (Foto: SIPA EUA via AP)

Jaz Coleman, líder da banda Killing Joke, afirmou que poderia ter salvado Heath Ledger da morte trágica por meio do ocultismo. O músico foi entrevistado por Matt Stocks no último episódio do podcast Life In The Stocks, que foi ao ar na última segunda, 14, nas plataformas de streaming.

"Eu tenho alguma experiência com forças ocultas [...] Eu tenho 40 anos de experiência com isso. Eu poderia ter salvado Heath Ledger se tivesse o conhecido. Você tem que fazer certas coisas quando trabalha com essas energias. Energias são muito reais", disse o vocalista.

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Ledger morreu de overdose em janeiro de 2008, aos 28 anos. Ele foi encontrado no apartamento em que morava, em Nova York, e mais tarde o laudo oficial declarou a causa da morte como intoxicação aguda devido à ingestão de pelo menos 6 remédios.

Coleman contou também que, para interpretar o Coringa, o astro se inspirou na performance dele no clipe "Hosannas From The Basement Of Hell", dirigido por Petr Zelenka, em 2002.

"Ele tinha imagens e frames de mim em todo lugar. Eu estava acima do peso, bêbado para caral**, esmagando coisas e ficando louco para caral**. Ele usou isso do Hosannas e outras coisas que ouviu de mim como um modelo de personagem. [...] [Ele] me estudou para o papel de Coringa em O Cavaleiro das Trevas várias e várias vezes".

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A atuação rendeu a Ledger um Oscar póstumo e a adoração de uma legião de fãs. A atuação e o método de preparo para interpretar o vilão, no qual ele mergulhava totalmente nos trejeitos e mentalidade do personagem, o consagraram como insuperável.

Até mesmo Joaquin Phoenix, que está no mesmo caminho de sucesso com o novo filme solo de Coringa, declarou que a interpretação do ator é ''inacessível para qualquer pessoa".