Living Colour confirma data e local de shows em SP, RJ e MG

Banda de Vernon Reid volta ao Brasil para promover The Chair in the Doorway, previsto para setembro

Da redação Publicado em 17/08/2009, às 11h36

Pioneira na fusão de rock, jazz e funk, a banda norte-americana Living Colour divulgou, via MySpace, datas e locais dos três shows que fará no Brasil em outubro. A extensão brasileira da turnê começará em Belo Horizonte, no Music Hall, em 9 de outubro. No dia 15, eles rumam para São Paulo, no Via Funchal. O Rio de Janeiro receberá o grupo no dia seguinte, no Circo Voador.

A expectativa era de que o grupo fizesse o dobro de apresentações. Não há informações a respeito dos outros três concertos especulados, mas o espaço vago entre Minas Gerais e São Paulo pode indicar algo nesse sentido.

É a quarta passagem dos veteranos pelo país - eles já estiveram aqui em 1992 (no festival Hollywood Rock), 2004 e 2007. Separadamente, alguns membros aportaram por estas bandas em outras ocasiões - caso, por exemplo, do guitarrista Vernon Reid e do baterista Will Calhoun, que participaram do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival do ano passado.

A nova rodada de shows promove The Chair in the Doorway, quinto álbum de estúdio, com previsão de lançamento para 15 de setembro.

Juntam-se a Reid e Calhoun o vocalista Corey Glover e o baixista Doug Wimbish. Fundada em Nova York, em 1983, pelo britânico Reid, a banda interrompeu atividades em meados dos anos 90. O jejum acabou no começo do século 21, e em 2003 eles lançaram o disco mais recente, Collideøscope. De lá para cá, o grupo divide o tempo com projetos solo de seus integrantes. "Estamos preparando [o disco] por alguns anos já, ora sim, ora não. Entre números, passagens de som, indo a diversos estúdios, catalogando e decidindo o que vamos usar", disse Glover à Rolling Stone EUA, no fim do mês passado.

Só não vale pedir ao vocalista para traçar paralelos entre o novo trabalho e clássicos da banda, como Vivid (1988) e Time's Up (1990). "Não posso comparar - nem tentaria fazê-lo. Seria um desserviço a qualquer outro álbum do Living Colour. Cada um tem seu tipo distindo de pegada, e sua própria ideia do que deve ser superado."