Manifestantes são presos por chamar Bolsonaro de genocida

Polícia Militar prendeu cinco manifestantes em Brasília por infringirem a Lei de Segurança Nacional

Redação Publicado em 18/03/2021, às 21h56

None
Jair Bolsonaro (Foto: Gabriela Bilo / Estadão Conteúdo / Agência Estado / AP Images)

A Polícia Militar prendeu cinco militantes políticos ligados ao PT (Partido dos Trabalhadores) nesta quinta, 18, em Brasília, após protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As informações são do UOL.

Os manifestantes carregavam uma faixa em frente ao Palácio do Planalto com os dizeres “Bolsonaro genocida” e um desenho do presidente transformando a cruz de um hospital em suástica, inspirado na charge do cartunista Aroeira. 

+++ LEIA MAIS: Bolsonaro usa imagem de Liga da Justiça para promover live

Rodrigo Grassi, também conhecido como Rodrigo Pilha, Guilherme Perez, Vitor Vec, Emanuel Mendes e Artur Castelo foram presos por infringirem a Lei de Segurança Nacional (LSN) - que define crimes sobre a segurança nacional, ordem e distúrbios sociais.

Os manifestantes foram levados para a sede da Polícia Federal e estão acompanhados dos deputados, e também advogados, Alencar Santana (PT-SP) e Natáia Bonavides (PT-RN). “A prisão foi um absurdo. A Polícia Militar está fazendo papel de força auxiliar do autoritarismo. Eles devem ser liberados em breve,” disse Santana à coluna do UOL.

+++ LEIA MAIS: Das pistas de skate à câmara federal: como chegada do Forfun ao streaming relembra passado emo de Eduardo Bolsonaro

Esse não foi o único caso recente de infração à LSN. O influenciador Felipe Neto também foi intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro após chamar o presidente de genocida. A denúncia foi feita pelo vereador carioca e filho de Bolsonaro,Carlos Bolsonaro (Republicanos).


+++ SIGA NOSSO SPOTIFY - conheça as melhores seleções musicais e novidades mais quentes


+++ LAGUM: 'BUSCAMOS SER GENUÍNOS' | ENTREVISTA | ROLLING STONE BRASIL