Mercado da música está fazendo dinheiro pela 1ª vez em 11 anos - e com ajuda do Brasil

A indústria fonográfica finalmente atingiu um lucro maior que o de 2007

Redação Publicado em 03/04/2019, às 09h47

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Anitta no Rock in Rio (Foto: Pedro Fiúza/NurPhoto/Sipa USA/AP)

Após muitos anos em queda constante, a indústria fonográfica voltou a ganhar foças financeiramente falando. De acordo com o relatório anual realizado e compartilhado pela International Federation of the Phonographic Industry (IFPI), o mercado da música finalmente conseguiu superar um de seus melhores anos dos tempos recentes.  

De acordo com o levantamento, em 2018, a soma bateu US$ 19,1 milhões, valor que representa a superação do último ápice registrado, no ano de 2007, quando atingiu US$ 18,4 bilhões. Desde então, os números não tinham mais atingido a marca.

A pesquisa, compartilhada na última terça, 2, revela que, do total acumulado no ano passado, 47% veio de serviços de streaming por assinatura e plataformas com anúncios. Isso representa um crescimento de 34% no segmento em relação a 2017.

Veja abaixo a tabela de comparação do período entre 2001 e 2018. (credito:IFPI)

A venda de CDs físicos, porém, caiu em 10%, e vendas digitais 21%, piores números registrados na história.

Segundo o relatório, regiões como América do Norte, América Latina e Ásia são as maiores contribuintes para esse novo crescimento. Em ordem descrescente, as áreas que possuem os maiores mercados de música são: Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Coreia do Sul, China, Austrália, Canadá e Brasil.

E os 10 artistas mais ouvidos são: Drake, BTS, Ed Sheeran, Post Malone, Eminem, Queen, Imagine Dragons, Ariana Grande, Lady Gaga e Bruno Mars.