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Mike Greene, ex-CEO do Grammy, é processado por agressão sexual

Ex-colega de trabalho do executivo alega ter sido assediada, agredida e ameaçada por Greene em 1990

Mike Greene (Foto: Kevin Winter/Getty Images)
Mike Greene (Foto: Kevin Winter/Getty Images)

O executivo Mike Greene, que ocupou o cargo de CEO da Recording Academy até 2002, está sendo processado por uma ex-colega de trabalho, Terri McIntyre, que foi diretora executiva da Academia entre os anos de 1994 e 1996. Ela alega que Greene a teria agredido diversas vezes durante o tempo em que trabalharam juntos. 

A ação de 55 páginas foi feita no Tribunal de Los Angeles nesta quarta, 6. Greene, que teria deixado o cargo de CEO após receber acusações de má conduta sexual, teria agredido e assediado McIntyre continuamente durante dois anos. A ação da ex-diretora também inclui a Academia Nacional de Artes e Ciências de Gravação, organização que supervisiona o Grammy, como réu, alegando que foi negligente e tentou ajudar a encobrir as reivindicações.

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A frente da academia desde o final na década de 1980 até 2002, Greene sempre foi uma pessoa controversa. Apesar de ser um dos nomes responsáveis pela ampliação da premiação em um evento global e no estabelecimento da Academia Latina da Gravação e do Grammy Latino

Um representante da Academia disse à Rolling Stone EUA que “à luz dos litígios pendentes, a Academia se recusa a comentar essas alegações, que ocorreram há quase 30 anos. A Recording Academy de hoje tem uma política de tolerância zero quando se trata de má conduta sexual e permaneceremos firmes nesse compromisso.” Greene não comentou o caso. 

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