A morte trágica de Elvis Presley: de problemas com drogas à obesidade

Os últimos dias do Rei do Rock foram marcados pelo abuso de medicamentos prescritos e aumento de peso

Redação Publicado em 16/08/2020, às 15h00

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Elvis Presley se apresentando em Providence, Rhode Island, em 23 de maio de 1977 (Foto: AP)

Elvis Presley morreu tragicamente em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos, e foi encontrado morto no banheiro de sua casa - o que, certamente, chocou o mundo inteiro por essência.

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Muitos fãs, no entanto, não sabiam que o Rei do Rock enfrentava um vício de longa data em medicamentos prescritos e um grave problema de sobrepeso.

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Neste domingo, 16, aniversário de 43 anos da morte de Elvis Presley, o portal Daily Star fez uma retrospectiva dos últimos momentos de um dos maiores ícones da música mundial. Confira abaixo:

 

Vício em opiáceos

Mesmo com fãs em todo o mundo, por algum motivo desconhecida, Elvis passou a abusar de medicamentos prescritos - e sua batalha contra o abuso de drogas foi retratada por sua ex-companheira, Linda Thompson, em sua autobiografia de 2016, A Little Thing Called Life: On Loving Elvis Presley, Bruce Jenner, and Songs in Between.

Ela, que tinha apenas 22 anos quando conheceu o Rei do Rock, 15 anos mais velho, namorou com ele por mais de quatro anos, de 1972 a 1976, quando ela ainda competia em concursos de beleza e foi coroada Miss Tennesse.

No livro, Linda revelou que foi a filha de Elvis, Lisa, que, na época, tinha apenas nove anos, que a telefonou para avisar sobre a morte de seu pai. “Eu fiquei lá, catatônica, olhando para o receptor. Ele está sufocado no tapete, repetidamente corria pela minha mente dolorida. Essas palavras cheias de gravidade afundaram meu coração com a realidade de que Elvis Presley provavelmente estava morto”, ela escreveu.

“Durante meus anos de amor e carinho por ele, eu o encontrei e cuidei dele em circunstâncias mortalmente comprometedoras, como a que Lisa acabara de descrever”, relembra Linda, acrescentando que já havia lhe salvado mais de uma vez.

Ela explicou que pouco se sabia sobre medicamentos prescritos naquele tempo e disse que Elvis realmente acreditava que aquilo não poderia fazer nenhum mal.

“Eu nem sabia que as pessoas abusavam de medicamentos prescritos”, afirma. “Vivendo com ele por mais de um mês, eu sabia que ele tinha que tomar pílulas para dormir e alguma outra coisa para despertá-lo, assim como alguma coisa para animá-lo a subir no palco.”

Linda e Elvis se separaram em novembro de 1976, menos de um ano antes de sua morte.

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A morte de Elvis Presley

Por volta dos 40 anos, Elvis Presley se tornou um homem obeso que pesava quase 160 quilogramas e estava gravemente doente. 

Segundo o Daily Star, foi relatado que o uso de drogas começou a fazer efeito nele já em 1973, logo após se divorciar de sua primeira esposa, Priscilla.

No verão de 1977, ele estava confinado à cama, dependendo dos cuidados de enfermeiras. Em seu inquérito, revela-se que seu coração tinha dobrado de tamanho e sua autópsia revela que ele estava em estágios avançados de uma doença cardiovascular. 

Embora nunca tenha fumado, ele tinha enfisema pulmonar e mal conseguia respirar. Mas seu intestino continha a descoberta mais horrível de todas: estava com quase o dobro do comprimento e cheio de fezes armazenadas há, pelo menos, quatro meses.

Ainda assim, a primeira autópsia registrou a causa da morte de Elvis como parada cardíaca e o legista Dr. Jerry Francisco insistiu que "as drogas não tiveram nenhum papel na morte de Presley.”

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