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"Mudanças ainda vão acontecer", diz vocal do Jota Quest

Segundo Rogério Flausino, banda está "no auge da criatividade"

Por Bruna Veloso, de Salvador Publicado em 30/01/2009, às 16h57

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O Jota Quest lançou recentemente seu sexto disco de estúdio, La Plata, e já passou por muitas mudanças na carreira. Do início voltado à black music, quando ainda era J.Quest, com músicas como "As Dores do Mundo", aos hits românticos que ajudaram a consagrar a banda (a exemplo de "Só Hoje"), os mineiros se deixaram influenciar por outras vertentes, como a música eletrônica - e acreditam que a carreira do grupo só chegou onde chegou por conta dessa abertura.

"Acho que a gente vem amadurecendo. Começamos como uma banda de bar, com uma coisa que fosse nova para aquela época, que era misturar black music com pop, fora o funk, o soul, a disco. Depois de cinco, seis anos exclusivamente dedicados a isso, desde o boteco até o estouro do primeiro álbum [J. Quest, 1996] e começo do segundo [De Volta ao Planeta, 1998], a gente começou a deixar fluir outras referências", disse o vocalista Rogério Flausino ao site da Rolling Stone Brasil, em uma entrevista coletiva realizada durante o Festival de Verão Salvador, nesta quinta-feira, 29. Saiba como foi o show da banda.

"A gente tenta fazer canções com beats bacanas, pra poder pular, dançar, agüentar um show de arena como esse", afirmou Flausino. O vocalista aproveitou para avisar aos fãs que o Jota Quest ainda tem muito chão pela frente: "A gente se enxerga hoje como uma banda no auge da criatividade. Estamos só começando. Muitas mudanças ainda vão acontecer, muitas quebras de paradigmas".