Os 3 momentos mais controversos da história de American Horror Story: de estupro a massacre na escola

Ao longo das temporadas, a série conta com inúmeras cenas polêmicas, bizarras e violentas

Redação Publicado em 17/09/2020, às 12h37

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American Horror Story (Foto: Reprodução)

American Horror Story está repleta de polêmicas. A série criada e produzida por Ryan Murphy explora fictícias de serial killers, fantasmas, bruxas e outras criaturas assustadoras. Apesar da popularidade, a produção é alvo de inúmeras críticas por causa das cenas extremamente violentas, ofensivas ou simplesmente bizarras. 

O site Looper listou os momentos mais controversos do seriado e a Rolling Stone Brasil separou as três cenas mais polêmicas da lista. Confira: 

A história de Anne Frank

A série causou muitas controvérsias ao recriar a história de Anne Frank, a jovem judia que ficou conhecida por escrever um diário detalhado sobre o período de perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial. 

Na segunda temporada, a instituição de saúde mental Briarcliff Manor recebe uma mulher que afirma ser Anne Frank. Apesar de Ryan Murphy ter afirmado que a intenção era explorar histórias verdadeiras de mulheres que passaram a acreditar que eram Anne Frank depois da guerra, a cena não foi bem recebida por parte do público. 

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O estupro do Demônio do Vício

O primeiro episódio da quinta temporada contém uma das cenas mais violentas da série: o estupro do Demônio do Vício. A cena do abuso sexual do hóspede Gabriel no Hotel Cortez é extremamente violenta e mostra a personagem ser sodomizada com um instrumento sexual pontiagudo e de metal. 

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O massacre na escola 

A primeira temporada conta a história de Tate Langdon, um dos fantasmas da Murder House. Ao longo dos episódios, os espectadores conhecem mais detalhes do passado do personagem que o que causou a morte precoce dele. 

Em “Piggy Piggy”, vemos o que se tornou uma das cenas clássicas da série: Tate entra na escola com uma arma nas mãos e atira em 15 estudantes. Considerando os tiroteios em escolas que aconteceram de verdade nos Estados Unidos, muitos  espectadores repudiaram o momento e consideraram a cena insensível. 

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