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Produtora de show do Slayer em São Paulo proíbe mosh e crowdsurfing

Move Concerts não explicou como irá evitar a prática comum em shows de metal

Felipe Branco Cruz Publicado em 01/10/2019, às 16h12

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Slayer traz ao Brasil a sua turnê de despedida (Foto: Martin Jausller)

A produtora que organiza o show do Slayer em São Paulo divulgou um comunicado com uma proibição "polêmica" sobre a apresentação que a banda fará nesta quarta, 2, no Espaço das Américas. No texto, a Move Concerts diz que estão proibidas as práticas de moshing e crowdsurfing durante o show. 

Moshing (ou rodas de pogo) e crowdsurfing são práticas comuns nos shows de rock, especialmente em apresentações de bandas como o Slayer.

O comunicado diz ainda que não será permitida a entrada com sacolas, mochilas e bolsas grandes, câmeras com lentes intercambiáveis ou filamdoras profissionais e câmeras estilo gopro. Também estão proibidos objetos pontiagudos, cortantes, inflamáveis, lasers, gás de pimenta, lanternas, correntes ou acessórios pontiagudos.

Procurada pela reportagem da Rolling Stone BR, a assessoria de imprensa do show confirmou que o comunicado, de fato, foi enviado. A empresa, no entanto, não explicou como eles irão evitar que os fãs formem as rodinhas de pogo no meio da pista.

O Slayer está no Brasil com a sua turnê de despedida, Final World Tour, após 38 anos de estrada. Esta será, portanto, a última oportunidade para os fãs assistirem a banda formada por Tom Araya (baixo e vocal), Kerry King e Gary Holt (guitarras) e Paul Bostaph (bateria).

Em São Paulo, os brasileiros do Claustrofobia farão a performance de abertura.

Vale lembrar que o Slayer também é uma das atrações do Rock in Rio neste sábado, 5, no mesmo dia em que também se apresentam Iron Maiden, Scorpions, Helloween, Sepultura, Anthrax, Torture Squad & Claustrofobia e Nervosa.