Qual foi o erro de cada sequência de Piratas do Caribe?

Mesmo com o sucesso nas bilheterias, a franquia de Piratas do Caribe conta com muitos defeitos na narrativa

Vitória Campos (sob supervisão de Yolanda Reis) Publicado em 27/05/2021, às 21h11

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Johnny Depp e Keira Knightley em Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (Foto: Divulgação)

Com muita fantasia e aventura, Piratas do Caribefez sucesso nas bilheterias ao redor do mundo com o primeiro filme, Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (2003). A história do pirata Jack Sparrow (Johnny Depp), quem é saqueado pelo Capitão Barbossa (Geoffrey Rush) e a tripulação dele, foi tão bem sucedida que resultou em mais quatro longas da franquia. 

No entanto, as continuações não foram bem recebidas pela crítica e contam com muitas falhas no roteiro. Pensando nisso, confira qual foi o erro de cada sequência de Piratas do Caribe:

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O Baú da Morte não é assustador o suficiente

Piratas do Caribe: O Baú da Morte (2006) (Foto: Divulgação)

 

Piratas do Caribe: O Baú da Morte (2006) é o segundo filme da franquia, e falhou quando apresentou vilões não tão assustadores e ameaçadores, além de Davy Jones ser um pouco nojento e não causar medo algum. Também conta com perseguições malucas as quais não causam impacto no público como aconteceu no primeiro filme.


No Fim do Mundo é muito trágico

Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007) (Foto: Divulgação)

 

Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007) cometeu muitos erros ao dramatizar demais a sequência. Davy Jones (Bill Nighy) e Tia Dalma (Naomie Harris) terminam de maneira infeliz a história de amor, e Jack é deixado sozinho novamente. Mesmo que qualquer filme necessite de momentos assim, a junção de tantas situações tristes o tornou muito sombrio e trágico.

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Navegando em Águas Misteriosas é muito bobo

Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2001) (Foto: Divulgação)

 

Partindo do problema contrário de No Fim do Mundo,Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2001) ficou muito bobo por faltar com o drama necessário. Jack Sparrow nunca estava em perigo real e a inclusão de novos personagens à trama não gerou envolvimento suficiente com os fãs da franquia.


A Vingança de Salazar foi exagerado

Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (2017) (Foto: Divulgação)

 

O grande erro de Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (2017) é o exagero. O longa tenta acrescentar elementos demais à trama, e não desenvolveu nenhum desses pontos corretamente. O fato de Carina (Kaya Scodelario), a nova personagem, ser filha de Barbossa é óbvia e sem noção. Além da maneira na qual Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley) serem incluídos em último momento aparente muito ser apenas para agradar os fãs.

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