Quintessa Swindell, de Adão Negro, explica diferença entre filme e HQ: 'Há muita liberdade criativa'

Filme estrelado por Dwayne 'The Rock' Johnson tem estreia prevista para 29 de julho de 2022

Redação Publicado em 23/04/2021, às 14h49

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Quintessa Swindell (Foto: Reprodução/IMDb)

Quintessa Swindell, escalada para viver Maxine Hunkel (Cyclone) em Adão Negro, explicou em entrevista ao NME quais são as diferenças entre o futuro filme do Universo Estendido DC (DCEU) e o quadrinho do personagem.

Estrelado por Dwayne 'The Rock' Johnson, responsável por viver o Adão Negro, o filme "é abençoado pela magia com os poderes iguais ao Superman, mas a diferença é que ele não acerta o alvo, nem anda na linha", conforme contou Swindell.

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Ao refletir sobre o processo de criação do filme, a atriz afirmou: "Historicamente, em filmes de estúdio como esse, os personagens são representados como vistos nos quadrinhos e [as produções] permanecem nesse reino com respeito."

"Para esse personagem, estamos fazendo a mesma coisa, mas como o personagem não é tão explorado nos quadrinhos, há muita liberdade criativa sendo construída [para o filme], o que tem sido realmente divertido", disse. 

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Ainda, acrescenta: "É muito bonito vê-los mantendo essa visão e lutando pelo que eles acreditam que os personagens devem ser". Por fim, Quintessa Swindell elogiou a "imensa liberdade criativa" concedida para a produção do filme.

Adão Negro era esperado para 22 de dezembro de 2021. Contudo, atrasou devido à pandemia de coronavírus e o próprio The Rock confirmou a nova data de estreia do filme: 29 de julho de 2022.

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Quo Vadis, Aida? é um filme da Bósnia-Hezergovina indicado ao Oscar 2021 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. Aclamado pela crítica, o longa acompanha os esforços da tradutora da ONU Aida (Jasna Đuričić) na pequena cidade de Srebrenica durante a Guerra da Bósnia em 1995.

O filme histórico narra e reflete sobre o massacre de 8 mil cidadãos muçulmanos em 1995 na Bósnia. O drama se desenvolve a partir da dedicação intensa da protagonista Aida em proteger a família e a comunidade após a cidade ser invadida. 

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Não é à toa que o longa-metragem escrito e dirigido por Jasmila Žbanić chegou ao Oscar 2021. Com uma história forte e potente, um desempenho encantador da atriz Jasna Đuričić e uma fotografia espetacular, Quo Vadis, Aida? soma 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.  

Para aqueles que ainda não conhecem o intenso, profundo e complexo filme, listamos 6 motivos para assistir Quo Vadis, Aida?. No Brasil, o longa está disponível para aluguel nas plataformas de streaming Now, Vivo Play, Sky Play, iTunes, Apple TV, Google Play e YouTube.

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Desempenho espetacular de Jasna Đuričić

Jasna Đuričić tem um desempenho espetacular como Aida. A atriz mostra as peculiaridades, singularidades, força, imperfeições e angústias da tradutora da ONU com muita profundidade, sentimentalidade e complexidade. 

Aida é o ponto central da narrativa - a personagem é necessária para que a história da pequena cidade Srebrenica durante a Guerra da Bósnia em 1995 se desenvolva, e consegue cumprir o papel da tradutora com uma intensidade magnífica. 

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Intensidade complexa

Com muita complexidade e profundidade, a narrativa angustiante, realista e imparcial de Quo Vadis, Aida? dá um tom desesperador à história de Aida e da pequena comunidade de Srebrenica.

Não é um filme fácil de assistir, é desesperador e devastador, que deixa o telespectador completamente esgotado, exausto e horrorizado. No entanto, exatamente por este motivo, o longa se torna completamente necessário e admirável.

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Fotografia

Com imagens cinematográficas que soam como cenas documentais devido à incrível elaboração, a fotografia de Quo Vadis, Aida? é um dos principais acertos do filme. Em diversos momentos da narrativa, as composições visuais são incrivelmente artísticas. 

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História

A história começa em julho de 1995 em Srebrenica, no leste da Bósnia, após a invasão militar na cidade. Sem voltas desnecessárias na narrativa, acompanhamos a guerra, que já dura três anos, e Aida é nosso guia para os horrores que aconteceram e acontecerão na cidade dela. 

Com excelência, Quo Vadis, Aida?  apresenta uma história necessária e urgente, que combinada aos elementos da narrativa, expõe o terror, o desespero e angústia da realidade de diversas famílias da Bósnia naquela época.

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Sensibilidade

A partir da história íntima e familiar guiada por Aida e para além do desespero e angústia da Guerra, o filme traz momentos emocionantes de sensibilidade e humanização, em geral, protagonizados pela tradutora da ONU.

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Roteiro potente

Com o ótimo desempenho dos atores combinados aos diversos elementos como trilha sonora e fotografia, Quo Vadis, Aida? se desenrola lentamente e os eventos do filme acontecem gradualmente.

Isso ocorre, porém, devido ao potente roteiro que busca causar reflexão nos telespectadores ao longo de todo o filme. Como comentamos, não é uma produção fácil de ser digerida e faz com que o público pense constantemente - e, tudo de maneira intensa, complexa e aprofundada.

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