Retorno garantido

O Creedence Clearwater Revisited encerra a turnê brasileira em São Paulo neste domingo, 25

Paulo Cavalcanti Publicado em 24/03/2012, às 16h40 - Atualizado às 17h12

Creedence Clearwater Revisited
Divulgação

O grupo é velho conhecido do nosso público. Na noite deste domingo, 25, a apresentação do Creedence Clearwater Revisited acontece no Credicard Hall, em São Paulo. O CCR já passou pelo Teatro Positivo, em Curitiba no dia 14. No dia, 18, o show foi no Rio de Janeiro.

O quinteto, como é amplamente conhecido, é uma dissidência do Creedence Clearwater Revival, uma das bandas mais emblemáticas do rock norte-americano dos anos 60 e 70. O baterista Doug Clifford e o baixista Stu Cook são os dois membros remanescentes da formação original. O grupo reformado hoje conta com John Tristao (vocal, guitarra), Steve Gunner (teclado) e Kurt Griffey (guitarra). Em entrevista por telefone, o baixista Cook fala dessa nova turnê brasileira: "tirando nossa terra de origem, o Brasil e a Austrália sempre foram nossos maiores mercados. Canções como 'Proud Mary', 'Have You Ever Seen The Rain' e 'Bad Moon Rising' marcaram a vida de muita gente e nunca vão deixar de emocionar”.

Uma novidade nestes shows brasileiros é a presença do guitarrista Kurt Griffey, que substitui Elliot Easton. Cook explica: “o Elliot teve que sair já que a banda original dele, o The Cars, acabou voltando. Uma pena, já que todos sabem do seu talento. Mas o Kurt também é um músico excepcional – já tocou em estúdio e ao vivo com Toto, Steppenwolf, Santana, Journey e muitos outros. Ele está muito entusiasmado, já que falamos para ele que o público brasileiro é um dos melhores do mundo”.

No final do ano passado, houve um forte boato que Stu e Doug se uniriam novamente ao vocalista John Fogerty, autor das canções originais do grupo. Anos atrás, Fogerty entrou na Justiça para evitar que Cook e Clifford usassem o nome do Creedence , mas seus esforços foram em vão. Stu Cook nega veementemente qualquer tentativa de volta. “Nunca houve qualquer tipo de contato por parte de John ou dos representantes dele. Eu sei que muita gente mais jovem gostaria de ver a formação clássica do Creedence no palco, mesmo sem o Tom (Fogerty, irmão de John, falecido em 1991). Mas isso não vai acontecer”, conclui.