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Notícias / Grave

Russell Brand é acusado de estupro, assédio sexual e abuso emocional; ator nega

Ao todo, quatro mulheres acusam Russell Brand de crimes que supostamente aconteceram entre 2006 e 2013

Redação Publicado em 16/09/2023, às 17h13

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Russell Brand (Foto: Carl Court/Getty Images)
Russell Brand (Foto: Carl Court/Getty Images)

Ator de filmes como O Pior Trabalho do Mundo (2010), Ressaca de Amor (2008), Hop - Rebelde sem Páscoa (2011) e Um Faz de Conta Que Acontece (2008), Russell Brand foi acusado de estupro, agressão sexual e abuso emocional, segundo informações do The Sunday Times.

Em resposta, Brand negou as acusações, descritas por ele como "acusações criminais gravíssimas" em vídeo publicado na última sexta, 15, e afirmou como sempre teve relacionamentos consensuais. As alegações em questão foram feitas por quatro mulheres e são de acontecimentos que teriam ocorrido entre 2006 e 2013. Na época, ele era apresentador da BBC Radio 2 e do Channel 4.

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Uma das supostas vítimas alegou como o artista a estuprou na casa dele de Los Angeles. No mesmo dia, ela teria sido tratada em um centro de crise de estupro. Outra mulher relatou como Brand a agrediu quando ela tinha 16 anos, durante um relacionamento emocionalmente abusivo e controlador.

Já outra mulher disse que foi agredida sexualmente em Los Angeles - e teria sido ameaçada de receber medidas caso falasse sobre o caso com alguém. A última suposta vítima também relatou agressão sexual, assim como abuso físico e emocional. Leia a resposta de Russell Brand às acusações abaixo:

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Em meio a esta litania de ataques surpreendentes e um tanto barrocos, há algumas alegações muito sérias que refuto absolutamente.

Essas alegações referem-se à época em que eu trabalhava no mainstream, quando estava nos jornais o tempo todo, quando estava no cinema e, como escrevi extensivamente em meus livros, eu era muito, muito promíscuo.

Agora, durante aquele período de promiscuidade, os relacionamentos que tive foram absolutamente, sempre consensuais. Sempre fui transparente sobre isso, quase transparente demais, e estou sendo transparente agora também.

Ver essa transparência transformada em algo criminoso, o que nego absolutamente, faz-me questionar – existe outra agenda em jogo?

Não me importo que eles usem meus livros e meu stand-up para falar sobre minha conduta consensual promíscua no passado. O que refuto seriamente são estas alegações criminais muito, muito graves.

Sinto que estou sendo atacado e, claramente, eles estão trabalhando em estreita colaboração.