Sacha Baron Cohen se infiltra como cantor racista em comício de extrema direita; assista

Ao subir no palco do evento, o ator cantou uma música sobre Barack Obama e “o vírus chinês”

Redação Publicado em 29/06/2020, às 10h14

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Sacha Baron Cohen no filme O Ditador (Foto: Reprodução)

O ator e comediante Sacha Baron Cohen se infiltrou em um comício do grupo Washington Three Percenters, organização de extrema direita acusada de reunir supremacistas brancos, segundo informações do Uol

Conhecido pela série de televisão Who Is America, o artista costuma interpretar personagens extremamente racistas para fazer críticas sociais e políticas.

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No evento, Cohense caracterizou como um cantor de country e provocou os participantes com uma música em que canta sobre Hillary Clinton e Anthony Fauci, epidemiologista que faz parte do comitê de crise criado pela Casa Branca para enfrentar a covid-19.

A canção ainda fala sobre a doença e Barack Obama. "Obama, o que temos de fazer? Injetar nele a 'gripe de wuhan'", é possível ouvir o ator cantar em um vídeo compartilhado no Youtube.

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Segundo o Uol, a canção é uma crítica ao presidente norte-americano Donald Trump, que já fez declarações racistas nas quais chama o coronavírus de "vírus chinês" ou "kung flu", trocadilho com o nome da tradicional luta asiática kung fu e a palavra “flu”, gripe em inglês.

Após a performance, o artista foi desmascarado enquanto fazia entrevistas com o público, o qual aplaudiu e acompanhou os vocais do falso cantor de country. No fim, Cohen usou uma ambulância para sair do evento, segundo o Consequence of Sound

Assista à performance de Sacha Baron Cohen


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