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Spotify ainda não consegue lucrar, mesmo com 100 milhões de usuários pagantes

A empresa sueca registra crescimentos, mas ainda possui um longo caminho pela frente

Rolling Stone EUA Publicado em 29/04/2019, às 16h09

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Daniel Ek, CEO do Spotify (Foto:Toru Yamanaka/AFP/Getty Images)

Faz 11 anos que o Spotify foi lançado para o público. E nesse tempo, a empresa sueca acumulou, de acordo com um relatório divulgado nesta segunda, 29, 217 milhões de usuários ativos mensalmente.

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Desse número, 100 milhões pagam pela versão Premium. O Apple Music, concorrente direto, tem metade.

Esses dados representam um alívio para investidores e executivos da indústria fonográfica que achavam que a plataforma não cresceria muito. Mas ainda assim, o aplicativo de música tem um longo caminho pela frente.

O crescimento, apesar de claro, ainda não se mostra suficiente para que o Spotify consiga de fato lucrar. As estatísticas indicam que, anualmente, há um crescimento de 32% no número de usuários que pagam pelo serviço, e isso demonstra que muita gente está disposta a pagar por música.

Um cenário promissor, mas ainda não ideal. Por causa do valor elevado que a empresa gasta em royalties para os detentores dos direitos das músicas, o serviço de streaming perdeu US$ 160 milhões no primeiro quarto de 2019. E, por mais assustador que seja esse número, é melhor do que foi esse mesmo período no ano passado, no qual perdeu US$ 190 milhões.

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