Strokes está compondo “exclusivamente” pela primeira vez desde Comedown Machine, diz Julian Casablancas

“Ainda acho que podemos fazer coisas bacanas juntos”, afirmou o vocalista

Redação Publicado em 14/04/2015, às 15h35 - Atualizado às 16h42

The Strokes

Ver Galeria
(2 imagens)

Líder do Strokes, Julian Casablancas comentou que o quinteto está compondo novamente “pela primeira vez e de maneira exclusiva”, desde Comedown Machine, mais recente disco deles, de 2013.

Exclusivo: Julian Casablancas joga futebol, diz ser fã de Beethoven e confessa que quer confundir os fãs.

A declaração foi dada pelo vocalista em entrevista ao site norte-americano Noisey. “Temos planos de gravar o material”, disse ele. “Ainda acho que podemos fazer coisas bacanas juntos. Quero continuar com as duas [bandas], sinceramente, se eu pudesse.”

Em setembro de 2014, Casablancas lançou Tyranny, acompanhado pela banda The Voidz, pouco mais de cinco anos desde a estreia solo dele, com Phrazes for the Young (leia a crítica de Tyrannyneste link). Ele também tocou no Lollapalooza Brasil com o projeto – lembre como foi.

Acredite se quiser: dez artistas que amamos e que nunca chegaram ao topo da parada nos EUA.

O Strokes será uma das atrações principais do festival espanhol Primavera Sound, que completa seu 15º aniversário este ano. Eles também se apresentarão no British Summer Time Festival, no Hyde Park, em Londres, na Inglaterra, que acontece em 18 de junho.

Recentemente, Casablancas também deixou a entender que o próximo disco da banda nova-iorquina pode sair pelo selo dele, o Cult Records. O Strokes encerrou o contrato com a RCA Records em 2013, após o lançamento do quinto álbum da carreira, Comedown Machine.

Lembre como foi o show de Julian Casablancas no Lollapalooza Brasil de 2014.

“Acho que trabalhar nas músicas e na arte do disco, – e, então, depois de tudo pronto dar isso para alguém que não entende nada do que você está fazendo – é uma experiência terrível”, disse Casablancas em entrevista à revista Huck.

O músico comentou: “Com a Cult, por exemplo, o preço do disco pode ser mais baixo. Isso foi um problema anteriormente. Quando as pessoas me mostram bandas ou músicas ótimas e me pedem um conselho, eu digo: ‘Claro, se quiser lançar esse material, nós podemos fazer isso’. Foi uma chance de descobrir como lançar discos do nosso jeito”.