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Notícias / Traumas

Testemunha do assassinato de John Lennon achava que alguém fazia um filme durante tiros; entenda

O taxista Richard Peterson revelou como não tinha entendido que John Lennon havia sido baleado de verdade por Mark David Chapman

John Lennon (Foto: AP)
John Lennon (Foto: AP)

Há exatamente 43 anos, John Lennon era assassinado por Mark David Chapman na noite do dia 8 de dezembro de 1980. Uma das testemunhas do crime, o taxista Richard Peterson revelou como achava que alguém fazia um filme quando ouviu os disparos da arma do assassino.

Na série documental John Lennon: Murder Without a Trial, disponibilizada no Apple TV+, Peterson explicou como, naquela noite, pegou dois passageiros e os levou até o Edifício Dakota, no qual Lennon morava e foi assassinado, aonde iriam para uma festa. Ao chegar com o táxi, ele parou atrás de uma limusine e logo viu Yoko Ono, esposa do cantor, sair e seguir em direção ao prédio.

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"'Oh! John Lennon deve ser o próximo.' Eu nunca o tinha visto pessoalmente. Foi tipo, ah, posso dizer que vi John Lennon," relembrou (via People). Em seguida, o taxista comentou como Chapman era "cara corpulento e pesado." 

"Estou olhando para ele, olhando pela janela da frente do meu táxi. Estou olhando para [Mark Chapman] atirando em John Lennon. Cinco tiros," disse. "Esse cara acabou de atirar em John Lennon. Ele atirou nele! Achei que eles estavam fazendo um filme. Foi o que pensei, pensei que eles estavam fazendo um filme. Mas não vi luzes, câmeras nem nada, então simplesmente percebi: 'Ei, isso não é um filme.'"

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