Pulse

Vídeo mostra bastidores da épica última turnê do Mötley Crüe

"A premissa era: ‘Temos que fazer com que essa seja a coisa mais insana que já aconteceu e que ninguém nunca mais conseguirá fazer algo igual’”, diz Tommy Lee

Rolling Stone EUA Publicado em 24/12/2015, às 11h30 - Atualizado às 11h37

Mötley Crüe no segundo dia de Rock in Rio 2015
Carlos Delagusta/Estácio/Divulgação

O Mötley Crüe encerra a última turnê da carreira da banda na noite de ano novo, no Staples Center, em Los Angeles, onde fará a 158ª apresentação da excursão. Antes de terminar essa trajetória, os músicos pararam para refletir a respeito de tudo que passaram em um vídeo que explora toda a insanidade que a banda estava proposta a encarar para que fechasse tudo com a pompa que os fãs mereciam.

Os 10 melhores discos de hair metal de todos os tempos.

"A premissa era: ‘Temos que fazer com que essa seja a coisa mais insana que já aconteceu e que ninguém nunca mais conseguirá fazer algo igual’”, disse o bateristaTommy Lee para a Live Nation TV. "Ao longo dos anos, sempre tentei ter ideias novas, diferentes e divertidas. Quando as pessoas vão embora, quero que digam 'Cara, não acredito no que acabei de ver. Foi uma loucura'."

Rock in Rio 2015: Mötley Crüe usa fórmula de sucesso no último show no Brasil.

Para a despedida, Lee chega a encarar a morte para impressionar a plateia em um momento em que a equipe constrói uma montanha-russa de verdade (chamada de Mother Fucking Crüecifly) para a bateria dele. Lee não é o único integrante do Crüe que transforma seu instrumento em um espetáculo à parte: com o simples apertar de um botão, o baixo de Nikki Sixx vira um lança-chamas.

Edição 97 (2014) – Os bastidores da última turnê da banda mais insana do glam rock.

"Sempre fomos obcecados com fogo. No nosso começo, Tommy e Vince ficavam treinando a arte de colocar fogo em mim no nosso apartamento. Eles acabaram aprendendo como incendiar minhas botas", relembra Sixx. "Não sabemos fazer as coisas de outra forma, o conceito é quase sempre de achar o limite. Estávamos sempre tentando ir longe demais. Mas de forma geral, se você tirar tudo isso de cena, a realidade é que somos uma banda muito boa. E tenho muito orgulho disso. O resto é porque somos lesados e dementes e queremos ir além de todas as barreiras."