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Vitrola Sintética expande seu rock intimista no novo álbum Sintético

Terceiro disco do grupo apresenta 11 canções inéditas com série de participações especiais

Redação Publicado em 01/09/2015, às 13h09 - Atualizado às 13h59

Felipe Antunes, Rodrigo Fuji e Otávio Carvalho do Vitrola Sintética
Reprodução/Facebook

O som do Vitrola Sintética ganha novos e mais altos ecos no terceiro álbum da banda, Sintético, disponível desde 1° de setembro para ser ouvido e baixado no site oficial dos artistas..

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Depois de Expassos (2013) e Notícias (2009), Felipe Antunes (voz e guitarra), Marcelo Bonin (bateria e sampler), Otávio Carvalho (baixo e programações) e Rodrigo Fuji (guitarra e piano) adornam o rock intimista com pianos, cordas e programações.

"O primeiro instrumento de todos nós ('Ota', 'Rods' e eu) foi o piano. A primeira vez que toquei alguma coisa em público, na casa de cultura de Bragança, foi um piano, com uns oito anos. Depois me afastei um tempo do instrumento. Hoje todos nós temos um piano em casa; talvez o que tenha acontecido é que esse nosso novo disco seja o mais 'nossa casa' dos três, o mais confortável pra nós, o disco todo é o piano da nossa casa, sabe? Onde a gente se sente bem, escreve, bebe, chora, erra, desafina, enfim. O 'Rods' é quem mais gravou piano nesse disco, desde pequeno ele já tinha a relação com instrumento e inclusive dava aulas. O Ota tem o mesmo piano em sua casa desde quando era moleque; eu resgatei minha paixão pela sonoridade daqueles primeiros acordes que traziam, aos oito anos, uma emoção ainda não esclarecida. Todos voltamos pra casa", explica Antunes.

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As letras – a maioria delas composta por Felipe Antunes –, “refletem sobre a eterna coabitação de dor e alegria que cada ser humano carrega em si, e nos sugerem, faixa a faixa, que a beleza está no movimento da busca por respostas, e talvez não na resposta em si”, define o próprio grupo.

Los Porongas apresenta a música “Morrenasce”.

São 11 canções inéditas com participações especiais de Maurício Pereira (voz e saxofone em “Minha Garota”), Bárbara Eugênia (voz em “Inconsciente Inconsistente”), Gustavo Ruiz (guitarra e violão em “Minha Garota”), Gui Calzavara (trompete em “Duvido Não Depois”), Pedro Mibielli (cordas em “Faz um Tempo”, “Beijo de Rimbaud”, “Mergulhar” e “Inconsciente Inconsistente”), Fê Stok (slide em “Deus Te Ouça”), e André Molinero (teclado em “Beijo de Rimbaud” e “Duvido Não Depois”).

Paralelamente ao disco, o Vitrola Sintética produzirá quatro clipes inspirados em músicas do álbum. Os vídeos serão lançados como uma série de quatro capítulos que ao final se entrelaçam e contam uma mesma história.

"Posso dizer que transito muito pelas várias manifestações artísticas e ocupações culturais que têm acontecido, isso reflete na canção, porque por trás dessas manifestações estão as pessoas. E aí criam-se amores, paixões, dores, alegrias, relações, etc. É transcendental esse momento que estamos passando e naturalmente os sentimentos ficam aflorados entre e dentro das pessoas. Pode ser pretensão, mas pra mim, de certa forma, o disco reflete o fogo - que cada vez aumenta - na loucura de sentimentos das pessoas nas cidades. A poesia que a gente faz é baseada no simples, ancestral e puramente infantil, amor entre pessoas", encerra o vocalista do grupo.

Ouça “Minha Garota”:

Veja o clipe de “Beijo de Rimbaud” em voz e violão: