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A Angel Que Queria Tudo

A modelo Karlie Kloss é uma escoteira bailarina que ganhou asas

Stella Rodrigues Publicado em 10/04/2013, às 12h49 - Atualizado às 14h30

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<b>SAPATILHAS E SALTO ALTO</b> Karlie Kloss quer conquistar todos os mundos por onde passa - Gabriel Chiarastelli
<b>SAPATILHAS E SALTO ALTO</b> Karlie Kloss quer conquistar todos os mundos por onde passa - Gabriel Chiarastelli

Escoteira dedicada quando criança, Karlie Kloss trocou o uniforme cheio de medalhas por peças de alta-costura, mas continua colecionando condecorações. Ela não se aventura pela natureza há anos, mas decidiu embrenhar-se pelos dois únicos mundos que rivalizam a selva para uma garota. Primeiro, treinou balé clássico; em seguida, utilizou as habilidades de sobrevivência na floresta e o treino no mundo impiedoso da dança para se tornar bem-sucedida em uma indústria igualmente competitiva e exigente com seu corpo esguio: a da moda. Hoje, Karlie é a top número 2 do mundo, de acordo com o ranking-referência do site Models.com.

Recentemente, a modelo de 20 anos nascida em Chicago “ganhou asas”: tornou-se a Angel caçula da grife Victoria’s Secret (ou seja, virou oficialmente um dos rostos principais da marca), fato que comemora com uma mistura equilibrada de orgulho e pé no chão que, por ora, asa nenhuma conseguiu tirar. “Fazer parte do desfile já é uma honra incrível, porque significa que você está na passarela com algumas das mulheres mais bonitas do mundo”, diz ela durante passagem por São Paulo em março, a convite da marca Animale.

“Poder seguir os passos delas me orgulha muito.” “Tenho três irmãs e era próxima da minha mãe, cresci cercada de mulheres lindas e fortes. Acho que isso que me deu o poder de usar a posição em que estou para ajudar outras mulheres a se sentirem bem com elas mesmas”, Karlie argumenta. Mesmo que acredite que a moda feminina seja um pouco mais cruel do que a masculina, a modelo a enxerga como “algo que você pode fazer por você”. “Há partes bem desconfortáveis nessa expressão, mas é uma forma de expressão”, ela diz, rindo, afirmando considerar uma possível carreira como empresária do ramo, apesar do chamado da medicina – o pai é médico e sempre a inspirou a tentar a profissão. “Sou apenas uma jovem que quer tudo”, ela define. “Ser escoteira, modelo, talvez médica um dia. Um exemplo a ser seguido.”