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Por que Jay Z e a Samsung coletariam dados particulares dos fãs?

Steve Knopper | Tradução: Ligia Fonseca Publicado em 07/08/2013, às 13h06 - Atualizado em 27/09/2013, às 13h07

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<B>FALHAMOS</B>
Fãs de Jay Z se decepcionaram - Jonathan Mannion/divulgação
<B>FALHAMOS</B> Fãs de Jay Z se decepcionaram - Jonathan Mannion/divulgação

A maior campanha de marketing da música em 2013 deveria atingir o pico em 4 de julho, quando 1 milhão de donos de smartphones Galaxy da Samsung poderiam baixar uma versão em aplicativo do álbum Magna Carta... Holy Grail, de Jay Z. No entanto, os fãs enfrentaram uma série surreal de obstáculos, de sobrecarga dos servidores a exigências agressivas para compartilhar informações privadas, incluindo a localidade do telefone determinada por GPS, identificação de chamadas, capacidade de “modificar ou excluir conteúdo” e “acesso total à rede”. O negócio deveria ter sido um triunfo para Jay Z e Samsung–a gigante de tecnologia pagou US$ 5 milhões pelo direito de oferecer o álbum antes. Nem a empresa nem Jay Z disseram como planejam usar as informações e se recusaram a falar para esta matéria (a resposta do rapper a uma pergunta sobre privacidade no Twitter foi simplesmente “ruim, tem de melhorar”).