As menções nada honrosas a Margaret Thatcher em dez músicas

Redação Publicado em 08/04/2013, às 16h26 - Atualizado às 16h43

Margaret Thatcher
AP

Margaret Thatcher foi “assassinada” pelo mascote Eddie, do Iron Maiden, na capa do single “Sanctuary”, de 1980. A primeira-ministra tinha acabado de assumir o cargo na Inglaterra e a imagem, claro, causou polêmica.
“A pessoa tem um sonho maravilhoso: Margaret na guilhotina”, diz a canção “Margaret on the Guillotine”, do disco Viva Hate (1988), de Morrissey.
Toda a letra de “Tramp the Dirt Down”, de Elvis Costello, critica a ex-primeira-ministra. Nominalmente no trecho que diz: “Quando a Inglaterra era a prostituta do mundo, Margaret era a dona do bordel”.
Em protesto à invasão das Ilhas Malvinas, o Pink Floyd lançou a canção “The Fletcher Memorial Home”, no disco The Final Cut (1983). Thatcher é uma das citadas entre outros líderes políticos como Leonid Brezhnev, Richard Nixon e Ronald Reagan.
Toda a letra de “Stand Down Margaret”, do The Beat, é um pedido para que a primeira-ministra se retire. “Não vejo chance de um amanhã melhor. Vá embora Margaret”, diz a letra de 1980.
A letra de “Land of Confusion”, do Genesis, diz “tantos homens, tantas pessoas causando problemas”. Margaret Thatcher não é citada nominalmente, mas o fantoche que a representou no videoclipe não deixou dúvidas quanto ao destinatário da mensagem.
A banda norte-americana NOFX reclamou da parceria entre o president Ronald Reagan e a primeira-ministra britânica na faixa “Ronnie & Mags”. “Ronnie e Mag, Maggy e Ron, vamos juntos fazer uma bomba de nêutrons”, diz a letra.
O músico inglês Pete Wylie previu como seria quando a ex-primeira-ministra morresse. “Quando Margaret Thatcher morrer ninguém vai chorar”, diz a letra de “The Day That Margaret Thatcher Dies!”.
A previsão feita em 2000 pela banda Hefner foi semelhante. “Vamos dar risada no dia que Thatcher morrer”, diz a letra de “The Day That Thatcher Dies”. “Mesmo sabendo que não é certo, vamos dançar e cantar a noite toda.”
“Margaret Thatcher na televisão, chocada com as mortes em Pequim. É estranho ela ter se ofendido, porque ordens semelhantes foram dadas por ela”, diz a triste canção de Sinead O'Connor, que reclama da violência em “Black Boys on Mopeds”.