Veja dez frases marcantes de Roberto Bolaños interpretando Chaves e Chapolin Colorado

Redação Publicado em 28/11/2014, às 20h18 - Atualizado às 20h58

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Reprodução

“Não contavam com a minha astúcia!”



Falando ditados sem base nenhuma e frases completamente sem sentido, Chapolin foi o herói escrachado, sem superpoderes, mas que era capaz de salvar o mundo sem saber amarrar os próprios sapatos. Quando conseguia uma façanha (e mesmo quando não conseguia), ele dizia a frase marcante: “Não contavam com a minha astúcia!”


“Sigam-me os Bons!”



A Chapolin Colorado poderia faltar todo tipo de recurso – mas nunca a vontade de encarar um novo desafio.


“Se aproveitam de minha nobreza”



Chapolin foi sucesso em grande parte da América Latina. A série nunca contou com a superprodução de Hollywood, nenhum tipo de efeito especial e, mesmo assim, fez frente a todo tipo de concorrente pela criatividade e poder de identificação popular – superar todos os problemas sem ter nada especial.



Ridicularizando a própria situação, Chapolin dizia: “Se aproveitam de minha nobreza”


“Palma, Palma, Não Priemos Cânico”



Nenhum desafio era complicado o suficiente para assustar o super-herói de Bolaños. Trocando as letras “P” por “C”, Chapolin criava mais uma de suas frases marcantes: “Palma, Palma, Não Priemos Cânico.”


“Isso, isso, isso”



É quase impossível ouvir a frase sem imaginar o personagem Chaves mexendo os dedos em sinal de aprovação. Mais um chavão que ficou na memória de todos os que assistiram à série de Chespirito.


“Suspeitei Desde o Príncipio”



Ninguém acreditava que Chapolin realmente tinha pensado na possibilidade que se abria quando ele dizia a frase “Suspeitei Desde o Príncipio.”


“Tudo eu, tudo eu”



Mais pobre e sofrido morador da vila, Chaves se irritava quando os outros personagens – principalmente o Seu Madruga – colocavam nele a culpa pelo que acontecia. A verdade é que, em muitas das vezes, Chaves era mesmo o culpado.


“Ai que burro, dá zero para ele!”



Chaves era também o menos inteligente morador da vila. Acontece que quando ele via alguém falar algo que, para ele, estava errado, ele dizia: “Ai que burro, dá zero para ele!”. Sempre que dizia isso, Chaves caía no riso sozinho – pois quem estava errado, na verdade, era ele.


“Tá bom, mas não se irrite”



Chaves repetia esta expressão para evitar o que ele mais repudiava: quando os outros ficavam irritados com ele.


“Ninguém tem paciência comigo”



Chaves era um personagem tocante porque, ainda que tirasse todos do sério com suas trapalhadas, ele era muito querido. É difícil não sentir compaixão quando ele diz: “Ninguém tem paciência comigo.”