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Cinema / Trilogia Oslo

Há 12 anos, estreava 'Oslo, 31 de agosto'; conheça trilogia do norueguês Joachim Trier

Joachim Trier é parente distante do polêmico Lars von Trier

Oslo, 31 de Agosto (Reprodução)
Oslo, 31 de Agosto (Reprodução)

Nesta quinta-feira, Oslo, 31 de Agosto (2011) completa 12 anos de lançamento. O segundo filme da trilogia Oslo, do diretor norueguês Joachim Trier, explora as temáticas do vício e da solidão.

O sobrenome de Joachim pode lembrar o de outro diretor muito famoso — e provavelmente mais polêmico: Lars von Trier. Eles são primos distantes, mas um não tem influência sobre a obra do outro, vale esclarecer.

Conheça a trilogia que pode ser considerada mais melancólica que o Melancolia (2011) de Lars von Trier:

Começar de Novo (2006)

Dois melhores amigos almejam uma carreira como escritores. Embora não haja uma competição, enquanto Phillip (Anders Danielsen Lie) consegue publicar seu livro, Erik (Espen Klouman Høiner — ator que curiosamente nasceu em um 31 de agosto) parece viver um fracasso ao ter o manuscrito rejeitado pela editora.

No entanto, quando o personagem de Anders é atingido por uma crise, o de Espen finalmente publica Prosopopeia. Em meio às ambições profissionais, os dois enfrentam dilemas amorosos. As possibilidades sobre o futuro são uma grande preocupação para um deles, ao mesmo tempo em que o outro revisita o passado. Começar de Novo tem uma narrativa dramática com jeito de comédia.

Oslo, 31 de Agosto (2011)

Anders, interpretado pelo ator de mesmo nome, deixa a clínica de reabilitação por um dia e tenta se reconectar com os amigos e a família. Os esforços do personagem para se manter sóbrio e retomar a vida, porém, não são muito valorizados pelas pessoas que ele visita. Após tantas tentativas de voltar aos trilhos, o círculo social de Anders já não atribui credibilidade a ele. As esperanças do jovem vão se esgotando enquanto ele desafia a sobriedade.

O filme é um remake de Trinta Anos Esta Noite (1963), de Louis Malle.

A Pior Pessoa do Mundo (2021)

Julie, vivida por Renate Reinsve, está completando 30 anos. A idade não é retratada como sinônimo de amadurecimento absoluto, já que Julie constata mais incertezas do que certezas em sua vida. De estudante de medicina, ela passa a ser atendente em uma livraria. Julie também se depara com a indecisão entre apostar em um romance com um quadrinista mais velho e bem-sucedido ou em uma paixão com um barista tão impulsivo quanto ela. Trata-se de mais um caminho oferecido por Trier para que seu personagem principal encontre a si mesmo.