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Kurt Cobain foi assassinado? Ex-empresário desmistifica a teoria da conspiração

Danny Goldberg também é autor do livro Serving the Servant: Remembering Kurt Cobain

Redação Publicado em 24/04/2019, às 12h13

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Kurt Cobain em agosto de 1991 (Foto: Kevin Estrada/MediaPunch/IPX)

Danny Goldberg, ex-empresário do Nirvana, lançou recentemente o livro Serving the Servant: Remembering Kurt Cobain e, em uma das sessões de autógrafo em Los Angeles, foi questionado sobre as teorias da conspiração que envolvem o caso da morte do músico, mais especificamente, a de que o vocalista teria sido assassinado por alguém enviado por Courtney Love.

Ele afirma não acreditar nessas suposições, e que essa ideia em específico é alimentada pois "as pessoas estão sofrendo".  

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O autor do livro de memórias também lembra da primeira vez que encontrou com Tom Grant, um detetive particular mais conhecido por suas investigações para o documentário Soaked in Bleach, que questiona a explicação oficial para a morte de Cobain. Para Goldberg, nada disso faz sentido.

"Eu encontrei com o Tom Grant uma vez, e foi o suficiente", garantiu. "É a minha opinião inalterável. As pessoas estão sofrendo. Não tem uma resposta para por que algumas pessoas se matam e outras não. Nem sempre temos o que fazer. Mas entendo que muita gente, que está a uma certa distância e sofrendo, busque explicações e seja vulnerável a essas besteiras", completou.

Segundo o empresário, o investigador editou fitas de Rosemary Carroll (advogada de Cobain e Courtney), e gravadas sem a permissão dela, para parecer que ela admitia que cantora tivesse envolvimento no caso.

"Ela nunca disse nada publicamente que estivesse de acordo com ele", e acrescentou: "É tudo parte dessa teoria da conspiração maluca do Tom Grant".

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