Lollapalooza 2018: Ego Kill Talent destila energia

Performance trouxe peso à tarde de calor que precede o aguardado show do Pearl Jam

Paulo Cavalcanti Publicado em 24/03/2018, às 15h49 - Atualizado em 28/03/2018, às 18h41

Ego Kill Talent no Lollapalooza 2018

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Quando deu 14h10, o Ego Kill Talent, quinteto liderado pelo vocalista Jonathan Correa, chegou ao palco Budweiser com seu hard rock com toques de grunge. Todos os integrantes estavam vestidos de preto e seguiram a tradição de trocar de instrumentos durante a performance.

O EKT apareceu nos cenário em 2014, mas àquela altura seus integrantes já tinham uma vasta cancha musical, tendo participado de outras bandas: o baterista Jean Dolabella, por exemplo, veio do Sepultura. Dali em diante, tocaram nos principais festivais do Brasil, e também fora do país. Inclusive, em 2016, o Ego Kill Talent havia participado do próprio Lollapalooza.

Na apresentação realizada na tarde deste sábado, 24, o grupo não trouxe grandes surpresas, mas agradou bastante tocando com garra e energia. A banda deu uma geral em faixas do álbum Ego Kill Talent, que saiu ano passado, e também lembrou as faixas dos vários EPs que soltou partir de 2015. O vocalista procurou manter a moral alta, apesar do calor insuportável ao qual ele se referiu algumas vezes. Correa também falou que estava contente de poder pisar no palco que mais tarde receberia o Pearl Jam. Aliás, isso ficou evidente, já que imita os cacoetes vocais de Eddie Vedder, cantor da banda de Seattle.

O show, que acabou às 15h ao som de "Try (There Will Be Blood)", se arrastou um pouco, na verdade. Caso tivesse terminado uns 15 minutos antes, teria sido melhor. Mas no geral foi um bom começo de dia para o palco principal do Lollapalooza.

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