RPM testa fôlego dos atletas na primeira edição do Rolling Stone Music & Run

Warriors e banda de Paulo Ricardo foram atrações do evento, em São Paulo

Redação Publicado em 13/10/2013, às 02h35 - Atualizado em 18/10/2013, às 17h44

O RPM animou os corredores da Music & Run

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A primeira edição do Music & Run foi realizada neste sábado, 12, nas proximidades do Memorial da América Latina, em São Paulo. Os atletas que participaram não apenas percorreram os 7 km em homenagem aos sete anos de Rolling Stone Brasil como também prestigiaram dois showsde rock durante a noite.

A corrida é para todos: nosso repórter, não habituado a maratonas, conta como foi a experiência de correr à noite por São Paulo.

Warriors aquece o público

Ficou com o Warriors a tarefa de esquentar o público que às 20h30 começava a chegar ao local da largada. A banda de classic rock, que tem como vocalista Leo Belling, montou repertório certeiro e aqueceu os motores com uma lista de clássicos infalíveis. “A Hard Day's Night”, dos Beatles, abriu o show, que, embora tenha criado momentos diferentes, constantemente resgatou músicas queridas pela plateia. De “Jumpin’ Jack Flash”, dos Rolling Stones, a “Born to be Wild”, do Steppenwolf. De “Like a Stone”, do Audioslave, a “Polícia”, do Titãs. Quem aguardava a largada pôde acompanhar o espetáculo que chegou ao fim com uma animada versão de “Highway To Hell”, do AC/DC.

Vamos correr? Veja dez músicas que não podem faltar na sua playlist.

RPM relembra clássicos e apresenta novidades

Quando grande parte dos atletas já tinha cruzado a linha de chegada da corrida, começou o show do RPM. Com Paulo Ricardo à frente, a banda paulistana iniciou a performance com “Rádio Pirata” depois de uma entrada apoteótica dos músicos com som climático de fundo, efeitos pirotécnicos e palco esfumaçado.

O repertório incluiu ainda outros clássicos indispensáveis. Faixas como “Loiras Geladas”, “Alvorada Voraz” e “Olhar 43” testaram o fôlego da plateia que, mesmo após correr 7 km, ainda se dispôs a dançar, cantar e aplaudir a apresentação. O próprio vocalista chegou a brincar com a situação e mostrou-se impressionado com o desempenho dos atletas. “7 km em vinte e poucos minutos é um absurdo. Mas nem com a polícia atrás de mim”, brincou.

A banda ainda apresentou novidades, como a canção “Primavera Tropical”, feita como uma reflexão diante das manifestações que em junho tomaram o país. Os músicos também não hesitaram em tocar sucessos de outros artistas. Transformaram a pista em um grande karaokê ao homenagear Renato Russo, com “A Cruz e a Espada”, Cazuza, com “Exagerado”, e Caetano Veloso, com “London London”.

Mesmo depois de todo o suor que as atividades da noite já haviam recolhido, o público ainda estava animado o suficiente para pedir bis à banda, que obedeceu e voltou ao palco para fechar o show. Foram ainda mais versões, desta vez para músicas de Pink Floyd, The Doors e Rolling Stones, e antes que a noite acabasse ao som, mais uma vez, de “Rádio Pirata”. O público agora então poderia ir para casa não apenas satisfeito com as atrações musicais como esgotado depois de tanta energia (bem) investida.

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