Sete momentos marcantes de Axl Rose

Redação Publicado em 06/02/2012, às 08h11

Axl Rose, líder do Guns N’Roses, já causou muito. Relembre nesta lista grandes momentos do cantor, um dos maiores ícones da história do rock.
AP

Chinese Democracy finalmente sai!

Depois de anos e mais anos, em 2008, Axl Rose finalmente terminou o sucessor do álbum de covers The Spaghetti Incident? (1993). A lista total de integrantes – e ex-membros – do Guns N’Roses que tocam no trabalho: 12.


Revolta em St. Louis

Em 1991, o GNR tocava “Rocket Queen” na cidade norte-americana quando Axl Rose se jogou na plateia para tentar arrancar a câmera fotográfica de um fã. Sem sucesso, ele abandonou o show. O resultado foi uma confusão generalizada, com vários feridos.


Sem preconceito

Depois de ser acusado de homofobia devido ao uso da palavra “faggots” (considerada depreciativa) em “One in a Million”, Axl deu uma série de declarações polêmicas sobre o assunto. Até que subiu no palco de Wembley ao lado de Elton John – notório ícone gay – para celebrar a música de outra lenda assumidamente homossexual, Freddie Mercury, em 1992.


Estreia no Rock in Rio 2

Em janeiro de 1991, um novo Guns surgiu, estreando no Rio de Janeiro: por insistência de Axl, o baterista Steve Adler foi substituído por Matt Sorum, e a formação ganhou um tecladista, Dizzy Reed. O público do Rock in Rio ouviu várias canções do ainda inédito Use Your Illusion.


O freak show de Axl

Depois de anos sumido, Axl Rose mostrou ao mundo a nova formação do Guns N’Roses em show transmitido ao vivo mundialmente – mais uma vez no Rock in Rio, mas agora em 2001. Teve o esquisitão Buckethead (que não só tocou, mas também fez uma apresentação de break com matracas) e o guitarrista Robin Finck tocando e cantando “Sossego”, de Tim Maia.


Dominando versões

Axl tem um talento inegável: o de pegar canções alheias e transformar em clássicos do Guns. Os dois maiores exemplos – e que não saem do repertório dos shows até hoje – são “Live and Let Die” (de Paul McCartney, originalmente gravada ao lado do Wings) e “Knocking on Heaven’s Door” (Bob Dylan).


"Sweet Child O'Mine"

O primeiro e único número um norte-americano do GNR nasceu, como quase sempre acontece com os clássicos, de um amor. Erin Everly, filha de Don (do Everly Brothers), foi a inspiradora. A parte instrumental, inclusive o famoso riff de Slash, surgiu de uma brincadeira em uma jam session, em 1987.