Harry Potter: Chris Columbus revela como foi trabalhar com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint

No mês em que Harry Potter completa 20 anos, Chris Columbus refletiu sobre sua relação com o trio protagonista da saga

Marina Sakai (sob supervisão de Yolanda Reis) Publicado em 04/11/2021, às 19h20

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Daniel Radcliffe em Harry Potter (Foto: Reprodução)

Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001), o primeiro filme de uma das sagas mais famosas e renomadas da história do cinema, estreou nos cinemas brasileiros em 23 de novembro, há quase 20 anos. O diretor do longa — e do segundo da série, Harry Potter e a Câmara Secreta (2002) —, Chris Columbus, deu uma entrevista nostálgica à Variety na qual discutiu aspectos importantes ao trazer os livros de J. K. Rolling às telonas e sua relação com os atores.

O trio principal composto por Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Ron Weasley), eram três crianças quando conseguiram os papéis mais icônicos de suas vidas e, do dia para a noite, tornaram-se estrelas que retornariam à franquia pela próxima década.

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Antes do começo da produção dos filmes, a saga infanto-juvenil de J. K. Rolling fazia um sucesso estrondoso ao redor do mundo. Por isso, quando foi chamado para adaptar os livros, Columbus se sentiu extremamente pressionado: "Minha expectativa era de ser demitido nas duas primeiras semanas. Estava muito, não quero dizer ansioso, mas sabia que se estragasse isso, provavelmente nunca mais trabalharia."

Quando questionado sobre a dinâmica dos três protagonistas e sua relação com eles, Columbus explicou como Radcliffe, Watson e Grint não tinham muita experiência profissional e esse é o motivo pelo qual o filme tem tantos cortes, os atores perdiam a concentração com muita facilidade. "Nas primeiras semanas, as crianças estavam tão felizes de fazerem parte de um filme Harry Potter, que estavam praticamente só sorrindo. Não conseguia faze-los parar, tornou-se um exercício de ator e diretor para mim."

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Continuando o relato, Columbus explicou como, ao chegarem no segundo filme, a evolução foi enorme. "Conseguíamos realizar cenas mais fluidas. As crianças se tornaram muito mais profissionais quando chegamos em Câmara Secreta e, em Prisioneiro de Azkaban, você podia filmar o longa inteiro em 15 tomadas se quisesse." Na mesma entrevista, o diretor foi questionado sobre com quem mantém maior contato até hoje e a resposta foi: "Dan Radcliffe."