Rolling Stone
Busca
Facebook Rolling StoneTwitter Rolling StoneInstagram Rolling StoneSpotify Rolling StoneYoutube Rolling StoneTiktok Rolling Stone

Rita Lee foi capa da Rolling Stone em 2007 e comentou vida de roqueira

Rita Lee, padroeira do rock, morreu na noite da segunda, 8, aos 75 anos

Redação Publicado em 09/05/2023, às 11h48

WhatsAppFacebookTwitterFlipboardGmail
Rita Lee na capa da Rolling Stone Brasil em 2007
Rita Lee na capa da Rolling Stone Brasil em 2007

Rita Lee foi capa da Rolling Stone Brasil em duas ocasiões. A primeira delas, em dezembro de 2007. A cantora celebrava os 60 anos de idade e falou sobre episódios notórios de sua carreira, como a saída dos Mutantes e a prisão por porte de maconha durante a primeira gravidez, ambos em 1976, e, modesta, elogiou o marido: "Roberto [de Carvalho] é um maestro do bom gosto, da harmonia requintada, um instrumentista impecável. Já eu sou um pára-raio do inconsciente coletivo que não sabe cantar nem tocar nada e se mete a besta".

Rita, que fumou durante todo o ensaio fotográfico para a matéria, resumiu sua relação com as drogas em nossa história de capa: "É um clichê da vida de roqueiro encher a cara, ser preso, fazer escândalo, morrer de overdose, entrar e sair de hospício, virar doente terminal, ufa! Puxa vida, a única droga que eu uso hoje é Marlboro. Será possível que não vão me deixar em paz nunca?".

+++ LEIA MAIS: Morre Rita Lee, rainha do rock brasileiro, aos 75 anos

Rita Lee ainda mencionou a neta Izabella, que tinha dois anos na época. A cantora brincou: "Se eu soubesse que ser avó era tão genial, eu nem teria sido mãe".


Em novembro de 2022, Rita Lee voltou à capa da Rolling Stone Brasil, quando estava prestes a receber o Lifetime Achievement Award, prêmio pelo conjunto de sua obra artística dado pelo Grammy Latino - uma conquista a mais para a cantora, que somou oito indicações e duas vitórias na premiação.

Na nova entrevista, Rita abordou diversos assuntos, incluindo comentários sobre seu título de Rainha do Rock: “Gosto mais de ser chamada de ‘padroeira da liberdade’ do que ‘rainha do rock’, que acho um tanto cafona…”. A preferência por Padroeira da Liberdade surge como homenagem à batalha travada contra as tentativas de censura pela ditadura militar, que proibiu discos da artista. Parte dos documentos da época foram expostos no MIS em 2022.

Receba o melhor do nosso conteúdo em seu e-mail

Cadastre-se, é grátis!