4 fake news completamente absurdas das eleições de 2018: mamadeira erótica, ‘Jesus é Travesti’ e mais

Durante a última corrida presidencial, diversos boatos começaram a circular nas redes sociais; relembre

Redação Publicado em 17/11/2020, às 09h52

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Jair Bolsonaro (Foto: Gabriela Bilo / Estadão Conteúdo / Agência Estado / AP Images)

Durante a corrida presidencial de 2018, diversas fake news começaram a circular na Internet, especialmente nos grupos de WhatsApp, no Facebook e no Twitter.

Confira, abaixo, uma lista com algumas delas:

  • ‘Kit Gay’ criado por Haddad 

O suposto ‘kit gay’ distribuído nas escolas era, na verdade, um projeto chamado ‘Escola Sem Homofobia’, apresentado pelo Ministério da Educação sob a gestão de Fernando Haddad, em 2011, com o apoio de diversas ONGs. Seu objetivo era informar os professores sobre os direitos LGBTQ+ e o respeito à diversidade entre jovens e adolescentes.  O mesmo, no entanto, não chegou a ser implantado. 

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  • O homem de esfaqueou Bolsonaro é filiado ao PT

Quando Jair Bolsonaro foi esfaqueado, em setembro de 2018, começaram a circular mensagens garantindo que Adélio Bispo de Oliveira, seu agressor, era filiado ao PT. No entanto, segundo a agência de notícias Aos Fatos, ninguém com esse nome aparece no registro oficial do Tribunal Superior Eleitoral. 

Além disso, a montagem de Adélio Oliveira numa foto de Lula em meio à multidão também era fake. Relembre:


  • Manuela D’Ávila e a camiseta ‘Jesus é Travesti’

É falso que Manuela D´Ávila, candidata a vice-presidente de Fernando Haddad, usou uma camiseta com a frase “Jesus é Travesti” durante a sabatina dos pré-candidatos à Presidência da República, como sugere uma imagem amplamente disseminada nas redes sociais. Na verdade, a roupa de Manuela dizia “Rebele-se”.

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  • Mamadeira erótica de Haddad

Por último, um vídeo no qual o interlocutor acusava Fernando Haddad de distribuir “mamadeiras eróticas”, com o bico no formato de um órgão genital masculino, foi derrubado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Dizia-se que o candidato estaria usando “desculpa de combater a homofobia” como parte integrante do kit gay: “uma invenção de Haddad.”


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