Com temperatura em 34°C, Nova York cancela festivais por "calor extremo" e declara Estado de Emergência

Prefeito da metrópole lançou diretrizes para prédios públicos poderem ajudar a aliviar o calor da população

Redação Publicado em 23/07/2019, às 20h21

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Estátua da Liberdade (Foto: Derek Jensen / Wikimedia)

O verão no Hemisfério Norte deixou a cidade de Nova York, Estados Unidos, em estado de calamidade. Durante a última semana, a metrópole teve dias com temperatura média em 34° a 37°C; a alta incomum, combinada com a umidade do ar, levou o prefeito Bill De Blasio a declarar um Estado de Emergência devido ao “calor extremo”, conforme publicou em documento de diretrizes.

Com o calor, a cidade passou por algumas dificuldades, como a perda de energia de milhares de casas por derretimento de equipamento, além do cancelamento de eventos de comemoração aos 50 anos do Homem na Lua que aconteceriam no Central Park, entre outros. 

Os festivais musicais que ocorreriam durante as férias escolares também não foram poupados da onda de calor e umidade. Os eventos OZY Fest, Pinknic e Coney Island Festival foram adiados (sem data prevista para acontecer). “Estamos tristes ao comunicá-los que, devido ao calor extremo neste final de semana, a prefeitura [...] nos pediu para cancelar o Coney Island Music Festival. Estamos trabalhando para remarcar o evento nas próximas semanas”, disse um comunicado oficial do festival. 

Na Medida de Emergência, De Blasio ainda apontou algumas atitudes a serem tomadas pela cidade “considerando as temperaturas extremas e a umidade experimentadas em Nova York que podem contribuir para exaustão, picos de calor e outros riscos aos habitantes.” Entre as regras municipais para driblar o clima estão “abrir centros de resfriamento [em prédios públicos]”, “manter termostatos de prédios públicos em 25,5°C”, além de pedir aos habitantes menor uso de energia para não sobrecarregar os sistemas. 

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