Em parceria com Robert Redford, o músico Jack White anuncia o projeto American Epic

A iniciativa grandiosa, que engloba uma série de documentários, filme e gravações, também tem participação de T Bone Burnett

Redação Publicado em 08/04/2015, às 14h29 - Atualizado às 16h03

Cena do trailer do filme produzido por Jack White, Robert Redford e T Bone Burnett
Reprodução/vídeo

Foi anunciado nesta quarta-feira, 8, um imponente projeto que pretende esmiuçar a história da música nos Estados Unidos, envolvendo Jack White, o também músico T Bone Burnett e o cineasta Robert Redford.

Celebridades marcam presença no evento de lançamento do serviço de streaming de Jay Z.

American Epic será composto por um documentário dividido em três partes, um filme e uma série de gravações, definidos como “uma jornada pelo tempo do nascimento da música moderna, quando os filamentos musicais de uma nação diversificada se combinam pela primeira vez, resultando em uma renascença cultural que transformou para sempre o futuro da música e do mundo”.

Assista ao trailer:

A epopeia começa nos anos 1920, abordando os galhos do blues, country, folk, gospel e músicas havaiana na grande árvore musical norte-americana.

Lollapalooza 2015: com extravagâncias e particularidades, Jack White faz show instigante no encerramento do primeiro dia de festival.

Uma extensa gama de artistas contemporâneos participarão da obra, entre eles, Nas, Beck, Los Lobos, Willie Nelson, Alabama Shakes, Elton John e outros.

"O Fator White”.

O filme será produzido por White, Burnett e Redford e será dirigido por Bernard MacMahon, que tem experiência prévia em videoclipes musicais. A trilha sonora estará disponível em vinil. Ainda não foi divulgada a data de lançamento dos conteúdos.

“Esta é a maior história ainda não contada dos Estados Unidos”, diz Robert Redford sobre American Epic. “É a base da revolução cultural que finalmente uniu a nação.”

“Em American Epic podemos examinar o quão importante é o fato de que quando as gravações fonográficas foram inventadas, pela primeira vez na história, mulheres, minorias, homens pobres do meio rural e até crianças ganharam a oportunidade de dizer o que eles quisessem em música para o mundo inteiro ouvir”, afirma White.