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Rock in Rio impactou a economia do Rio de Janeiro em R$ 2 bilhões

Responsável por atrair mais de 700 mil visitantes para a Cidade do Rock, o Rock in Rio ainda impactou diversos setores da economia local

Redação Publicado em 03/12/2022, às 09h00 - Atualizado em 15/12/2022, às 12h58

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Logo do Rock in Rio (Foto: Divulgação)
Logo do Rock in Rio (Foto: Divulgação)

Entre 02 e 11 de setembro deste ano, a Cidade do Rock no Rio de Janeiro recebeu centenas de milhares de visitantes durante mais uma edição do Rock in Rio. Considerado um dos maiores festivais do mundo, o evento não apenas movimentou o turismo da cidade, como ainda impactou a economia local.

Segundo dados enviados pela organização do Rock in Rio à Gazeta de São Paulo, o festival impactou em mais de R$ 2 bilhões a economia do Rio, afetando diversos setores e gerando mais de 28 mil empregos diretos. Com shows de artistas como Iron Maiden, Post Malone, Justin Bieber, Demi Lovato, Guns N' Roses, Måneskin, Coldplay e Dua Lipa, o Rock in Rio recebeu mais de 700 mil fãs.

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Entre as centenas de milhares de pessoas que visitaram a Cidade do Rock, 420 mil vieram de fora do Rio de Janeiro, enquanto 10 mil vieram de 31 países diferentes para assistir aos seus artistas favoritos. O grande número de visitantes, nesse sentido, está diretamente ligado à divulgação do festival, que gerou mais de 80 mil matérias espontâneas, além de 450 horas de exibição em canais de TV e Rádio.

Só no Multishow, canal parceiro do Rock in Rio, o festival foi assistido por 13.3 milhões de pessoas — nas demais plataformas Globo, foram 41 milhões de espectadores, o melhor impacto do festival no canal desde 2013. Nas redes sociais, o Rock in Rio foi mencionado mais de 7,9 milhões de vezes.

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No Facebook, Instagram e Twitter, as mais de 409 milhões de impressões e mais de 32,5 milhões de interações garantiram ao festival um impacto 117% maior em comparação com 2019. Já no TikTok, plataforma patrocinadora do festival, o Rock in Rio recebeu mais de 7.6 bilhões de visualizações.

Responsável por impactar diretamente a economia do Rio de Janeiro, o Rock in Rio ainda gerou reverberações no setor de hotelaria da cidade. Isso porque, segundo o Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município (Hotéis Rio), apenas a segunda semana de apresentações do festival promoveu uma ocupação maior que 90% em hotéis de todos os bairros da cidade.

“Já esperávamos que essa edição do reencontro seria épica, após tanta espera e vontade de nossos fãs estarem novamente reunidos na Cidade do Rock. Mas, a dimensão que o festival alcançou em 2022, nos posiciona para além do maior festival de música e entretenimento do mundo, alcançando números superiores aos de grandes eventos esportivos globais”, afirmou Luis Justo, CEO do Rock in Rio.

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